The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 2 – traduzido)

Publicado: 26 de dezembro de 2009 em The 4400

Aí vai o capítulo dois do livro “The 4400 – Welcome to Promise City”. Para quem ainda não conhece, abaixo está o link do primeiro capítulo e um breve resumo de sobre o que se trata a história.

Capítulo 1:  https://brenooficial.wordpress.com/2009/12/18/the-4400-welcome-to-promise-city-capitulo-1-traduzido/

Confiram agora o segundo capítulo, mas não deixem de comentar, pois só vou continuar postanto enquanto tiver comentários.

DOIS

 

O ex-chefe de Tom era magro, tinha cabelos negros e era mais ou menos vinte anos mais velho que ele. Um casaco de lã cinza cobria sua figura magra. Astutos olhos castanhos surgiam em seu rosto traiçoeiro. Depois de ter sido expulso da NTAC por causa de um grande escândalo há três anos, Ryland acabou na Corporação Haspel, uma firma privada de segurança que geralmente trabalhada lado a lado com os federais quando dizia respeito a destruir 4400 e outros p-positivos. Se duvidasse, Ryland até tinha mais poder do que antes—e menos supervisão. Isso o fazia um homem perigoso. Muito perigoso, até onde Tom sabia.

            — Olá, Dennis — disse ele, friamente. Sua mão se afastou da arma.

            Ryland olhou para um caro relógio de pulso Rolex. A vida num setor privado claramente tinha seus benefícios.

            — Estava começando a pensar que tinha desistido.

            — Pensei nisso — confessou Tom. Ele e Dennis haviam sido amigos uma vez, mas havia pouca amizade sobrando entre eles atualmente. Tom ainda julgava p-positivos como pessoas; Ryland os via apenas como ameaças a serem neutralizadas e preferencialmente eliminadas. A amizade deles não tinha sobrevivido a esse confronto de pontos de vista. — É melhor que isso valha a viagem.

            Um sorriso seguiu-se ao tom hostil de Tom.

            — Desculpe te fazer vir até aqui — disse Ryland —, mas, como você sabe, eu não sou mais bem-vindo em Seattle.

            — Imagino — disse Tom. Entre outras coisas, Ryland estivera por trás de um complô para envenenar os 4400 originais com uma droga experimental que quase matou todos os retornados, inclusive o próprio sobrinho de Tom. Embora Ryland tivesse recebido apenas uma leve punição devido ao infame Escândalo do Inibidor, Collier e seus seguidores se referiam a ele como “criminoso de guerra”. Banir Haspelcorp de Seattle era apenas um dos primeiros itens na agenda de Collier. Da última vez que Tom ouvira, a empresa estava localizada fora de Tacoma, o que ainda era perto demais para conforto.

            Ryland observou o tom sarcástico de Tom. Ele gesticulou na direção de sua acompanhante: um jovem asiática vestindo um sobretudo branco com cinto. Seu cabelo era de um corte curto e bagunçado. Apesar disso, um elegante par de óculos escuros ocultavam seus olhos.

            — Você deve se lembrar de minha sócia, a senhorita Simone Tanaka.

            — Como poderia esquecer? — disse Tom, ironicamente. Ele e sua parceira haviam prendido Tanaka pessoalmente mais de um ano e meio atrás, depois de expô-la como parte de um extinto grupo conhecido como “Nova Group”. Ele perdera o rastro dela depois que a National Securtity a levou sob custódia, e ficou pouco surpreso de encontrá-la trabalhando com Ryland. Filosoficamente, Nova Group e Haspelcorp estavam em lados opostos; Nova Group até mesmo tentara assassinar Ryland há algum tempo. — Uma empresa um pouco estranha, não é? Para uma ex-radical, quero dizer.

            Ela deu de ombros.

            — Os tempos mudam. Dada a escolha entre passar o resto de minha vida trancada numa solitária, dopada pelo inibidor, ou emprestar meus talentos especiais para as autoridades em troca de certos privilégios… Bem, você ficaria surpreso como a opinião de alguém pode mudar.

            Talvez para algumas pessoas, pensou Tom. Ainda assim, ele estava relutante em julgar Tanaka tão cruelmente. Quem sabia o tipo de pressão que Ryland e seus comparsas exerciam sobre ela para sua cooperação? Sem mencionar o fato de que a linha entre os mocinhos e os bandidos estava ficando realmente borrada. Tanaka não era a única cujas alianças haviam mudado com o tempo. Às vezes, até mesmo Tom não sabia de que lado estava.

            — Dispensando as formalidades — disse Ryland. — Vamos nos focar no trabalho?

            Tom balançou a cabeça.

            — Ainda não. — Ele encarou os dois suspeitosamente. — Me deixe checar a parte de trás de suas orelhas.

            — Acha que estou Marcado? — Ryland bufou com a ideia. — Está ficando paranoico, Tom.

            — Tenho razões para estar. — Tom não estava surpreso que Ryland sabia sobre os Marcados; sem dúvida seus contatos no Comitê de Inteligência haviam lhe contado sobre os conspiradores ladrões de corpos. Ele se postou atrás de Ryland e de Tanaka. — Se não se importam.

            Ryland suspirou cansado.

            — Se isso te deixar mais tranquilo. — Ele deixou que Tom olhasse atrás de sua orelha. Para o alívio do agente, a pele sob o lóbulo não continha uma cicatriz no formato de um X.

— Percebe que isso é uma perda de tempo, não percebe? — objetou Ryland. — Dificilmente eu precisaria ser possuído por uma sinistra entidade do futuro para querer salvar o país dos 4400 e do movimento revolucionário de Collier.

Ele tem razão nisso, admitiu Tom. Marcar Ryland seria redundante; o homem já era obcecado em destruir os 4400.

— Acho que você e os Marcados estão na mesma página.

— Sabe o que dizem — Ryland respondeu. — O inimigo do meu inimigo, etc.

Tom não gostou de como aquilo soou. Era apenas um blefe ou ele estava mesmo tomando lados com os Marcados? Deus sabe que eles tinham planos parecidos e andavam no mesmo imponente círculo industrial-militar. Isso poderia trazer grandes problemas.

Convencido de que o preconceito de Ryland vinha dele mesmo, e que não fora implantado por algum dos Marcados, Tom se moveu na direção de Tanaka. Havia mais alguma outra coisa nela que interessava Ryland?

— Com licença — disse ele enquanto se postava atrás dela. — Seus óculos.

— Vá em frente. — Ryland a instruiu.

De costas para Tom, ela removeu os óculos. Dedos delicados tiraram o cabelo de sua orelha. Uma lufada de perfume fez cócegas nas narinas de Tom.

— Faz isso com toda garota que conhece?

Faria se eu fosse solteiro, pensou Tom. Ele estivera se envolvendo com sua chefe, Meghan Doyle, havia meses. E, para dizer a verdade, às vezes ele checava por trás da orelha quando estavam fazendo amor ou no chuveiro. Ele tentava ser sutil com isso, mas suspeitava de que Meghan sabia o que ele fazia, mesmo que ela nunca houvesse dito alguma coisa. Meghan entendia o que os Marcados haviam feito com ele. Ela fora umas das primeiras que enxergara através do falso Tom.

— Isso não é da sua conta — replicou ele. A pele da mulher provou estar igualmente sem marcas e ele se distanciou dela. Ela colocou os óculos.

            — Satisfeito? — Ryland perguntou a ele.

            — Por enquanto. — Tom virou-se para encarar o casal. — No entanto, parte de mim meio que deseja que tivesse encontrado uma Marca em você. Isso explicaria o que aconteceu com o homem que eu conhecia.

            — Eu nunca mudei — insistiu Ryland. — É você quem deixa seu apego sentimental a essas ameaças fazer com que não enxergue o que precisa ser feito. Falando nisso, ouvi que você e que a Diretora Regional Doyle estão gozando de uma íntima relação incomum no trabalho. — Ele balançou a cabeça, desaprovando. — Primeiro a Mareva e agora mais uma aberração p-positiva?

            Junto com outros funcionários da NTAC, Meghan havia sido involuntariamente infectada por promicina durante o 50/50. E como os outros sobreviventes, ela desenvolvera uma habilidade 4400. Isso impusera um dilema para a NTAC, que ainda estava encarregada de continuar a luta contra promicina. Como resultado, a agência havia adotado uma política “não pergunte, não conte” envolvendo todos os funcionários que haviam ganhado habilidades contra suas vontades. Todos sabiam o que havia acontecido com eles, mas deviam ser discretos quanto a isso… ou enfrentar um extermínio imediato.

            — Cuidado com o que diz. — Tom o alertou. Ele ficou tentado a socar Ryland no nariz, mas escolheu não ceder. Afinal de contas, ele ainda não sabia por quê o homem pedira este encontro. — O que você quer, Dennis?

            — A mesma coisa de sempre — declarou Ryland, indo direto ao assunto. — Evitar que os 4400 e os outros positivos destruam nosso modo de vida e coloquem em risco nossa segurança nacional. Hoje, isso significa destruir Collier e seu Movimento.

            Ele levantou um frasco de plástico e colocou dois comprimidos marrons em sua palma antes de jogar as pílulas na boca. Tom reconheceu os comprimidos como ubiquinona, um suplemento nutricional comum que, em dosagem suficiente, podia dar imunidade temporária à promicina. As autoridades vinham estocando “U-pills” há meses, apesar do esforço de Collier de sabotar a iniciativa através de suspeitos terremotos cirúrgicos e tornados. Todos o agentes p-negativos da NTAC recebiam rotineiramente doses de emergência quando estavam e missão. A de Tom estava guardada no seu bolso traseiro.

            — Infelizmente — continuou Ryland. —, como mencionei antes, meu pessoal não é bem-vindo em Seattle, o que significa que são você e seus colegas quem devem destronar Collier, mesmo que isso signifique tirar vantagem da conexão de seu filho com Collier.

            — Kyle? — Tom se arrepiou com a ideia. — Quer que eu explore meu próprio filho?

            Ryland não negou.

            — Como confidente e braço direito de Collier, ele é o único meio que seríamos burros se não utilizássemos. Entendo que isso que te coloque em uma posição difícil, mas seu dever com o país é maior do que sua obrigação familiar. — O tom severo lembrou Tom de como Ryland liderava o escritório noroeste da NTAC. — Você ainda é um agente federal, Tom. Não me diga que aprova Collier transformando Seattle em seu próprio feudo?

            — Claro que não. — Tom não confiava nem um pouco em Collier, mesmo que eles tivessem sido forçados a trabalharem juntos em uma ocasião. De fato, NTAC já estava fazendo o melhor para ficar de olho em Collier e em sua organização, dada a situação atual. Mas ele não gostava de receber ordens de gente como Ryland. — Deixe o Kyle fora disso.

            — Queria poder deixar — disse Ryland. — Eu costumava ir às festas de aniversário dele, se lembra? Pelo que me recordo, ele gostou muito daquele kit de química que dei quando fez onze anos. — Sua voz assumiu um tom de pena. — Mas o Kyle fez seu próprio jogo quando decidiu se juntar a Collier. — Ele não resistia tocar um pouco na ferida. — Você já pensou que você é um mau exemplo por dormir com o inimigo?

            Tom franziu o rosto.

            — Você não vai ganhar aqui, Dennis. Por que deveria te ajudar?

            — Os nomes Curtis Peck e Warren Trask te lembram algo? — O rosto magro de Ryland se tornou rígido. Tom recuou à menção do nome do homem que ele assassinara enquanto estava Marcado. — Odiaria vê-lo pagar por crimes que cometeu quando estava fora de si, mas não posso evitar que suas atividades extracurriculares me dão certo poder.

            Simone Tanaka deu um sorriso amargo.          

            — Nossa, isso me soa familiar.

            — Não tente me ameaçar. — Tom não tinha certeza se o outro homem estava ou não blefando. Agora que começara, usaria o melhor que pudesse. — Não sou o único com roupas sujas. Você quer que o mundo saiba que a promicina que Collier usou para impulsionar seu Movimento foi criada pela Haspelcorp durante sua direção? Pelo que eu saiba, isso o torna indiretamente responsável por tudo o que aconteceu desde então. Incluindo o 50/50.

            Ryland ficou carrancudo, incapaz de contradizer as acusações de Tom. Collier havia roubado a promicina feita pela Haspelcorp bem debaixo de seu nariz há dois anos. A droga seria usada para criar um exército reforçado de soldados para combater os 4400, mas Collier encontrara outro uso para ela, ou seja, oferecera para o mundo todo.

            — Touché — disse Ryland, recuando. Tentou outra carta. — Suponha que eu te diga que Collier está tentando usar promicina como arma para recriar uma versão do vírus lançado no ar por Danny Farrel há alguns meses.

            Tom estremeceu a menção do nome de seu sobrinho. Danny não queria machucar ninguém quando se injetou promicina. Só quis ganhar uma habilidade como seu irmão mais velho, Shawn, um dos 4400 originais. Mas, para seu terror, e o maior arrependimento do mundo, ele adquirira a medonha habilidade de infectar qualquer um em volta dele com uma alta forma contagiosa de promicina. Como uma Typhoid Mary moderna*, ele espalhou a praga por Seattle antes mesmo de perceber o que estava acontecendo. A própria mãe de Danny—a irmã de Tom—fora a primeira a morrer.

            — Eu vi os laudos — disse Tom, ceticamente. — Muitas evidências médicas apontavam para os Marcados e seus amigos em grande parte. Eles estão tentando provocar as autoridades lançando essa jogada contra Collier.

 

 

*N. do T.: Uma lenda de espíritos local. Conta a lenda que Typoid Mary infectou grande parte da cidade onde vivia, Irondequoit, uma cidadezinha em Monroe Country, New York. O termo hoje é usado para descrever pessoas com algum tipo de doença altamente contagiosa.

 

           

— Aposta mesmo nisso? — Ryland o desafiou. — Além disso, tenho minhas próprias fontes de informação.

            — Quais?

            Ryland olhou para Tanaka. A mulher removeu os óculos para revelar um par de penetrantes olhos castanhos. As íris de um bronze escuro tinham uma fina auréola dourada em volta delas, dando aos olhos um estranho brilho sobrenatural. Tom recordou-se de que Tanaka era capaz de ver a longas distâncias, e através de objetos sólidos, com seus chamados “olhos-espiões”. O Nova Group havia usado sua espiã durante o “Vesuvius Affair”. Ryland e seus capangas com certeza haviam usado seus dons oculares também.

            — Também posso ler lábios — ela o lembrou.

            Isso está mesmo acontecendo?, pensou Tom. A habilidade Tanaka era valiosa, mas ele estava prestes a fazê-los abrirem a boca. Ela estava interessada em contar a Tom tudo o que seus novos chefes queriam que ela fizesse, e Ryland havia mentido antes para ele.

            — Se não acredita em mim — disse Ryland. —, veja por si mesmo.

            Tom curvou-se e tirou um bloco de notas de seu bolso.

            — Como?

            Ryland sorriu astutamente.

            — Aqui está uma pergunta para você: o que aconteceu com os restos mortais de Danny Farrel?

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comentários
  1. guilherme disse:

    Nossa que incrivel

    as vezes tentava imaginar como seria o final de the 4400

    e os dois primeiros capitulos estão perfeitos!

    parabens!

  2. Thiago Caldas disse:

    Perfeita tradução

  3. giulia disse:

    Nossa nem acredito será que revelará o que houve com a Alana?

  4. guilherme disse:

    Não sei se conseguiram responder todas as perguntas o livro é grande? são qntas paginas?

    • brenooficial disse:

      O primeiro livro tem umas 300 páginas e o segundo mais ou menos 330… Só li o primeiro por enquanto.. vou começar o segundo depois, mas espero que respondam todas as perguntas.

  5. giulia disse:

    Pesquisei no amazon o primeiro são 304 paginas
    Axo quer os livros não vão deixa nenhuma arresta solta!

  6. vagner disse:

    Parabéns a tradução esta muito boa.
    Tu comprou a versão em inglês?

    Eu estou pensando em comprar, mas estou vendo aonde ainda…

    Falow,

  7. Arielton C. disse:

    Continua!!!
    Cara, comecei a assistir The 4400, faz alguns meses, como a 5ª temporada não vai ter, terei que me contentar com o livro.
    E como não tem em português, encontrei aqui (:
    Muito bom \o/
    Adoraria ler os outros capítulos (:

  8. Juliana disse:

    MUITO ÓTIMO…………

  9. […] Breno – O anel Um simples objeto pode mudar tudo… « The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 2 – traduzido) […]

  10. Hack disse:

    Novamente parabéns.

    Muito bem traduzido. A cada frase se pode imaginar os personagens da série na situação!

    Continue! Não deixe os fãs de 4400 na mão!
    \o/

  11. Rodolfo disse:

    Valeuuuuuuuuuu

  12. Vitor disse:

    Falando em arestas soltas, uma das coisas que me deixou mais chateado com o fim da versão televisiva foi a “situação final” do Richard. Se ferrou boa parte da série, e termina também sem a filha e preso.

    Espero que isso seja muito bem remendado.

    Sobre a tradução, meu apoio a continuidade. Como apontou, e espero que não ou que não demore muito, há esse risco de não publicarem uma versão em português… de qualquer forma, essa online será muito útil.

  13. Stan FERNANDES disse:

    \o/ muito bom!!

  14. Allan Fedato disse:

    Valeu !!!!

  15. Ana Paula disse:

    Nossa…estou impressionada com a sua tradução!
    Parabéns pela iniciativa, estou muito feliz por ter tido esta oportunidade.
    Obrigada.

  16. […] The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 2 – traduzido) dezembro, 2009 18 comentários 5 […]

  17. Dark Time disse:

    Uma aliança perigosa de certeza..

    O Jordan realmente não perde tempo, impaciente o cara. E para quem se julga tao acima e correcto, em que os principios se baseiam no poder da escolha, gostaria que ele me pudesse explicar o lance de roubar um cadáver?

    Maior parte da conversa entre eles não adiantou muito, mas a ultima jogada de Ryland valeu tudo! Estou curioso para ver onde a história nos leve. Espero voltar a ver Richard e que haja mais desenvolvimento quanto a Alana.

  18. Jessica disse:

    Nossa to adorando a sua versão traduzida da série.. estava super triste que tinha acabado a quarta temporada sem um final.. ainda bem que fizeram os livros a risca! vlw!!!

  19. João disse:

    Bem kra, vlw msm tava super ansioso pra ver o final da serie e to conseguindo aki 🙂 Continua a traduzir ai os capitulos por favor kk vlw denovo e abraçao!!!

  20. Josi disse:

    Mto bom!!!

    continue a excelente tradução.

  21. alex disse:

    ta ótimo, espero que continue até o fim!

  22. viviane disse:

    velho nem acreditei q achei esse blog parabéns pela tradução e a solidariedade de fazer isso pela gente kkkkkkkkk valeu mesmo muito obrigada bjao

  23. raquel disse:

    muito bom!Terminei de assistir o seriado hoje e já começei a ler o livro

  24. Drika disse:

    Excelente sua tradução, estou lendo após ter terminado de ver a série.Parabéns!

  25. Cris disse:

    Vocês salvaram a serie pois nao sei o que seria de mim sem suas valiosas traduções

  26. Mnks disse:

    E isso ai, vamos continuar seguindo!!!

  27. estringhini disse:

    É como ver a série…Muito bom!

  28. FabidiPaula disse:

    até aqui tudo muito bom!!!

  29. J@de disse:

    Só agora eu vi a temporada toda do 4400 e tava enlouquecida pra saber se tinha um final, e na pesquisa, achei seu blog!
    Parabéns pelo trabalho e pela consideração!!
    Beijos!!

  30. Heloiza disse:

    A tradução está perfeita! Parece que estou lendo o livro original traduzido. Parabéns!!

  31. Karine disse:

    Muito bom!!!!

  32. Ricarso disse:

    Obrigado por traduzir o livro, eu estava psicótico por talvez nunca saber o final. Graças a você estou tendo essa oportunidade .

  33. daniela disse:

    obrigada, estou lendo ansiosa, te agradeço muito, estava apavorada em pensar que não teria chance de saber o final.

  34. Pedro disse:

    E continuo lendo.

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