The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 9 traduzido)

Publicado: 13 de fevereiro de 2010 em The 4400

Para quem estava esperando pelo Kyle, ele aparece nesse capítulo =D.

E, pessoal, por favor, comentem. O blog tem um número alto de visitas, mas são poucos os que deixam comentário. Lembrem-se: enquanto tiver comentários, eu continuo com a tradução ^^

Enjoy!

NOVE

 

A última vez em que os Marcados haviam se encontrado pessoalmente fora na Tunísia, em 2005. Na época, havia dez deles. Agora só restavam seis.

            A reunião não estava indo bem.

            — Não entendem? Está acabado. Nós perdemos.

            O general Julian Roff estava sentado em uma mesa redonda de carvalho com seus colegas conspiradores. Cinco estrelas brilhavam das dragonas de seu uniforme. Cabelos cinza penetravam suas têmporas. Um afro-americano com uma profunda voz aguda, ele tinha uma expressão agressiva que ninguém se atrevia a discordar.

            — Essa é uma atitude muito pessimista, Julian. — Song Yu o repreendeu. Uma chinesa de meia-idade de feições severas, e a mulher de cargo mais alto do Politburo*, ela havia liderado recentemente uma campanha para fazer com que todos os atletas olímpicos fossem cautelosamente examinados à procura de promicina. Seu cabelo preso por um laço estava levantado num coque. Ela balançou a cabeça, desapontada. — O que seus colegas no Pentágono diriam?

            Ela estava muito distante de Beijing. Localizado no alto Hollywood Hills**, o Castelo Wyingate era uma fortaleza medieval encaixada que fora meticulosamente transportada para a Califórnia por um excêntrico astro de cinema nos anos vinte. Pesadas vigas de madeira cruzavam o teto alto do grandioso salão onde os Marcados sobreviventes se encontravam secretamente. Madeira esculpida a mão cobria as grossas paredes de pedra. Um tapete persa dava um pouco de cor ao chão. Uma escada circular levava a uma sacada de madeira sobre a câmara. O crepitar de fogo queimando vinha da imponente lareira de pedra. Uma porta de cristal garantia privacidade a eles. Não havia janelas.

            — Não me venha com essa, Song — devolveu o general. Por precaução, os Marcados dirigiam-se uns aos outros pelos nomes de suas identidades atuais. Era mais simples desse jeito. — Encare os fatos. O 50/50

N. do T: *Trata-se de um comitê executivo de numerosos partidos políticos, designadamente os antigos partidos comunistas do Leste Europeu e o Partido Comunista de Cuba.

**The Hollywood Hills é um bairro de Los Angeles, Califórnia.

 

mudou o jogo. Jordan Collier está mais poderoso e tem mais influência do que nunca. A chamada guerra da promicina é uma piada. E estamos caindo como moscas.

            O Sheik Nasir AL.Ghamdi franziu o rosto diante de tal ladainha. O árabe bilionário cuidava das finanças dos Marcados agora que Drew Imroth estava fora de cena. Um tecido xadrez emoldurava suas bonitas feições árabes. Era o mais novo dos Marcados, seu novo corpo tinha apenas vinte e nove anos. A salvo dos olhos de seus conterrâneos, ele se presenteou com um gole de conhaque.

            — Então, propõe que façamos o quê, general?

            — Protejam-se! — grunhiu Roff. — Vejam o que aconteceu ao Calábria, e à Rebecca Parish, e ao Mathew Ross. Obviamente, nossos disfarces já eram. Precisamos descartar nossas identidades atuais e tomarmos novos corpos. Aí talvez possamos viver o resto de nossas vidas confortáveis e seguros.

            Wesley Burke, conselheiro sênior na Casa Branca, olhou com desprezo para o general. Sua cabeleira prateada e feições rudes eram familiares para espectadores do CNN e de programas dominicais matinais. Um broche da bandeira estava pendurado em seu terno costurado de três peças.

            — Cada Marcado por si, é isso o que quer dizer?

            — Isso mesmo — afirmou Roff. — O gênio da promicina saiu de vez da garrafa, e não há como engarrafá-lo novamente. O futuro que juramos preservar não vai acontecer. É simples assim.

            — Covarde. — Song Yu o acusou. Ela não se esforçou em esconder o menosprezo. — Achou mesmo que íamos enfrentar nossos inimigos sem corrermos risco? Não acredito que está como um líder militar. Por que não se mata de uma vez?

            — Esperem um pouco — objetou Kenpo Norbo. O famoso lama era considerado por seus seguidores a décima segunda reencarnação de um legendário guru budista. Vestimentas cor de açafrão cobriam sua figura magra e ascética. — Julian pode ter razão. Não quero terminar como nossos colegas mortos. E não quero passar todas as horas dos dias olhando por cima do meu ombro. — Nervosamente, ele pegou um terço entre os dedos. — Uma nova vida de riqueza e luxúria, sem ameaças de morte, tem seus atrativos.

            Burke bufou com desdém.

            — Admita. Você está cansado de viver como um macaco idiota.

            — E se eu estiver? — Kenpo deu um puxão em suas roupas. — Não me importei em incorporar essa pessoa ridícula quando pensei que ajudaria nossa causa. Mas por que se importar agora? — Ele jogou as mãos para cima. — Qual é o sentido?

            Nasir zombou da autopiedade do lama.

            — Todos fizemos sacrifícios. Deixamos nossas casas e as pessoas que amamos para garantir o futuro que prezamos. E as nossas famílias e amigos no futuro? Está disposto a violar a confiança que eles depositaram em nós?

            — Essas pessoas nem ao menos nasceram! — exclamou Roff. — E provavelmente nunca vão nascer. — Saliva espirrava pelos seus lábios. — Vocês estão agarrados a um plano que falhou. Esqueçam isso!

            — Traidor! — disparou Song Yu. — Você foi corrompido por essa época decadente.

            — Fanática — devolveu ele. Ele se afastou da mesa. — Se matem se quiserem, mas me deixem fora disso.

            — O mesmo para mim. — Kenpo soltou o terço na mesa. — Esse tulku* está pronto para nascer novamente. Talvez como um astro do rock gostosão.

            Os olhos de Song Yu queimavam de raiva. Parecia que ela estava prestes se atirar sobre a mesa em cima dos dois que viraram as costas. Ela tirou um grampo de cabelo afiado de seu coque.

            — Seus sujos, fracos…

            Um barulho ensurdecedor abafou seu último xingamento. Todos os olhos se viraram para ver o famoso produtor de cinema e TV George Sterling, parado ao lado da lareira. Ele soltava uma corda de seda de sino. Seu rosto bronzeado era liso. Cabelos loiros ondulados substituíam a convincente peruca que ele vinha usando desde os anos noventa. Uma barba cinza atapetava seu queixo. Óculos escuros penduravam-se em seu nariz. Ele estava vestido casualmente com uma camisa pólo e calça de moletom. Seu novo programa de audiência, No ritmo da Terra Prometida,

N. do T: *Um tulku é, no budismo tibetano, um lama que conseguiu escolher conscientemente ser reencarnado.

 

 

sobre a impossibilidade atraente de agentes da NTAC recuperando a América de terroristas malucos que usaram promicina, era atualmente o mais assistido em todo lugar exceto em Seattle.

            — Chega disso, vocês todos — disse ele, pacientemente. — Vamos relaxar um pouco. Brigarmos entre nós é exatamente o que Jordan Collier, e nossos inimigos no futuro, querem. — Ele se juntou aos colegas na mesa, tomando o assento entre Song Yu e Nasir. Pousou uma mão tranqüilizadora sobre o ombro da mulher irritada. Seu tom firme e conciliador era o mesmo que ele usara para convencer Russel Crowe a não abandonar a refilmagem de Day of the Triffids. — Vejam, Julian, Kenpo. Eu ouvi o que disseram. Ninguém está negando que passamos por maus bocados ultimamente. As trágicas perdas de nossos colegas afetaram a todos nós profundamente. Mas tenho certeza que, se eles estivessem conosco hoje, não iriam querer que perdêssemos as esperanças.

            Ele usou o nobre sacrifício dos colegas como ferramenta para amenizar a discussão. Pelo que ele via, o verdadeiro problema agora não era o esquadrão da morte de Jordan Collier; era a liderança vazia que Isabelle Tyler criara ao matar Rebecca Parish. Alguém precisava tomar a dianteira e tomar o controle agora que Rebecca se fora. E quem melhor do que o vencedor do Oscar por Praias: Seattle?

            — O que quero dizer é — continuou ele. —: assisti a filmes demais para saber que as coisas sempre parecem sem saída logo antes dos bons virarem o jogo. E com toda a certeza, nós somos os mocinhos aqui. Se não impedirmos Jordan Collier de mudar o futuro, quem irá?

            — Mas isso não é a droga de um de seus filmes — protestou Roff. — Isso é caso de vida ou morte para todos nós.

            — O que torna mais importante nos dedicarmos à nossa missão. — Sterling tentou encorajar aos outros. — Confiem em mim, amigos. Isso não acabou. Ainda podemos acabar com o Movimento do Collier. Só precisamos usar juntamente nossas influências para que as autoridades façam o que for preciso para colocar a raça humana de volta no caminho certo, mesmo que isso signifique trancafiar cada 4400 em campos de concentração, dosando todos com inibidor e levar a Terra Prometida de volta à Idade da Pedra.

            Nasir e Burke acenaram em aprovação à sua visão. Até mesmo Kenpo pareceu um pouco mais confiante. Eles iriam fazer algo…

            — É mais fácil falar do que fazer — retrucou Roff. — Como exatamente pretende fazer isso?

            — É só saber contar a história certa. — Sterling pensara bastante no assunto antes de convocar a reunião. — O segredo é provocar os “poderosos” a darem um passo drástico. Talvez provando que Collier pretende outro Grande Passo Adiante.

            O general voltou à mesa relutantemente.

            — Talvez dê certo.

            — Podemos fazer isso — insistiu Sterling. Ele sentiu a momento tomando conta de si. — Mas não se não permanecermos juntos. — Ele se focou no que valia a pena. — Sem o seu empurrão no Pentágono, general, não temos chance alguma. E você, Kenpo, não subestime sua influência no leste, sem mencionar aqui em Hollywood. Somos todos partes essenciais do nosso plano.

            — Mas e o assassinato do Calábria? — perguntou o lama, receoso. — Qualquer um de nós pode ser o próximo.

            Um sorriso astuto elevou os cantos da boca de Sterling.

            — Deixe que eu cuido disso.

 

            — Me passe outro pedaço — disse Kyle.

            Uma pizza canadense grande de bacon e abacaxi estava na mesa.

            — Sinto muito que teve que trazer a comida hoje — disse seu pai num pedido de desculpas. Uma garrafa gelada de Rainier jazia na mesa a sua frente. Uma porta aberta conduzia para a sala de estar adiante. Um som leve saía do som do cômodo ao lado. — Mas não tive tempo mesmo para preparar comida essa semana.

            — Tudo bem por mim, tio Tommy — disse Shawn. — Pode esquecer, já experimentei sua comida antes.

            O Baldwin sênior fingiu um ferimento no coração.

            — Ai, isso é jogo baixo, Farrel.

            Kyle sorriu enquanto seu pai dava um soco de brincadeira no ombro de Shawn. Era bom passar um tempo com sua família novamente, especialmente depois de tudo pelo que eles vinham passando ultimamente. Esses jantares semanais era algo que eles combinaram depois do funeral de Danny e tia Susan, quando os três homens prometeram tornarem-se uma família de verdade novamente, apesar de tudo que os dividia. Até agora o ritual parecia estar funcionando. É exatamente o que preciso agora, pensou Kyle.

            Pena que Cassie achava o contrário.

            — Abacaxi na pizza? — A jovem atraente de cabelo vermelho fez uma careta. Um sobretudo roxo descolado contornava sua figura. Um pingente turquesa descansava em seu decote. Brincos de argola projetavam-se para fora de seu liso cabelo vermelho. Uma franja pintada caía pelos seus habilidosos olhos esmeraldas. — Honestamente, viemos de tão longe para isso?

            Embora houvesse quatro pessoas na mesa, somente Kyle estava ciente do fato. Uma projeção de sua mente inconsciente, Cassie Dunleavy era invisível e inaudível para todos outros. Mas ela era mais que sua amiga imaginária; ela era, também, sua habilidade.

            — Nós vamos demorar muito? — perguntou, impacientemente. Ela polia as unhas do outro lado da mesa, em frente a Kyle. Cassie desaprovava completamente esses jantares, alegando que Kyle nada tinha a ver com seu pai até que ele tomasse a dose de promicina. — Temos mais o que fazer do que ficar com esses dois.

            Kyle tentou-se a responder. Seu pai e Shawn não entenderiam se ele começasse a discutir com o ar. Embora ambos soubessem que ele adquirira algum tipo de habilidade precógnita depois de tomar promicina, ele nunca explicara realmente como sua habilidade se manifestava, que todas as suas visões do futuro vinham diretamente de Cassie. Ela o dizia o que fazer, e até agora nunca errara.

            Exceto, talvez, no que dizia respeito a sua família.

            — Então, como foi o dia de vocês? — Shawn perguntou. Um pedaço pegajoso de queijo balançando entre seus lábios.

            — Bastante intenso. — Kyle respondeu. — Estamos trabalhando mais tempo só para coordenar todas as novas iniciativas do Jordan.

            Seu pai abaixou sua cerveja.

            — Falando nisso, Kyle, eu odeio ter que comentar isso, mas preciso conversar com você sobre algo em que o Jordan pode estar envolvido.

            — Ei — disse Shawn. — Pensei que política estaria proibida nesses jantares.

            Cassie ficou agitada no mesmo momento.

            — Tome cuidado, Kyle! Não gosto disso.

            — Eu sei — disse seu pai, relutantemente. Ele se virou desconfortável na cadeira. — Mas isso também é assunto de família. — Ele lançou a Kyle um olhar sério, até um pouco doloroso, que o jovem assemelhou com conversas entre pai e filho sobre sexo e drogas. — O Jordan te falou sobre o corpo do Danny?

            — Sim. — Kyle perdeu o apetite.  Um pedaço fresco de pizza esfriou no seu prato. — Mas ele me prometeu que não teve nada a ver com isso.

            Cassie lançou-lhe um olhar de advertência.

            — Não fale mais nada! Ele está tentando induzi-lo a trair o Movimento.

            — Queria ter certeza disso — disse seu pai. — Mas temos motivos para acreditar que alguém está tentando duplicar a habilidade de Danny. Tem certeza de que Jordan, ou qualquer outra pessoa de sua organização, não está planejando outro Grande Passo Adiante? — Ele pareceu preocupado. — Queria muito que me ajudasse com isso, Kyle.

            — Não é justo, pai! — Kyle não acreditava que seu pai estava usando-os daquele jeito. — Você sabe quanto o Movimento significa para mim. Não me peça para espiar meu próprio povo. — Ele se certificou de que seu pai percebesse de que lado ele estava. — Além disso, Jordan nunca permitiria algo assim.

            — Está certo sobre isso? — Shawn o desafiou. — Sejamos honestos aqui. Jordan pode ser horrivelmente impiedoso quando tem que ser. Ele tentou sequestrar o Dr. Burkhoff para impedi-lo de aperfeiçoar o teste de compatibilidade a promicina. E está deliberadamente distribuindo promicina pelo mundo, sabendo muito bem que metade das pessoas que tomarem a dose morrerá de maneiras terríveis. — Nem mesmo a habilidade de cura de Shawn poderia salvar alguém da dose de promicina. — Não me surpreenderia se ele tentasse algo assim.

            Kyle jogou na defensiva.

            — Agora os dois vão me pressionar? Pensei que isso fosse uma reunião amigável e não uma emboscada!

            — Eu avisei — vangloriou-se Cassie, jogando na cara. — Você não pode confiar nessas pessoas. Seu pai provou isso quando se recusou a tomar a dose. — Levantando-se da mesa, ela a circulou até ficar atrás dele. Enrolou os braços no peito dele. A fragrância do perfume fez sua cabeça girar. Os lábios dela sussurraram suavemente em seu ouvido. — Eles não entendem nada sobre o futuro, não como nós.

            — Pense um pouco sobre isso — pediu seu pai. — Não estou pedindo que traia alguém ou que faça algo que viole suas crenças.  Só preste atenção e veja o que pode descobrir sobre esse Bernard Grayson e suas conexões com o Movimento. Nos ajude a encontrar o corpo de Danny antes que aconteça outro 50/50. Talvez use sua habilidade.

            — Hah! — bufou Cassie. — Como se isso fosse acontecer. — Ela segurou o braço de Kyle. — Vamos embora.

            Kyle sentiu-se sendo atacado de todas as direções. Ele viu-se dividido entre sua família, Cassie e sua lealdade ao Movimento. Por que isso acontece comigo? Só quero fazer do mundo um lugar melhor.

            Ele empurrou seu prato e levantou abruptamente.

            — Preciso voltar para meu lugar.

            — Kyle. — O olhar arrasado no rosto de seu pai quebrou seu coração. — Por favor, me desculpe. Não pediria isso se não fosse importante — lamentou-se. — Você não precisa ir.

            — Precisa, sim — disse Cassie. — Agora.

            Kyle pegou seu casaco. Ele não queria sair assim, mas seu pai e Shawn não haviam dado-lhe escolha. Eles quebraram a regra, e não ele. Uma rajada de vento frio invadiu a sala quando ele abriu a porta de saída.

            — Obrigado pela pizza, pai — disse ele, amargamente. — Estava ótima.

            Cassie pegou sua mão enquanto o guiava para o lado de fora.

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comentários
  1. Guilherme disse:

    Muito bom adorei o jantar em familia!

    e tava ansioso pela participação do Kyle!

    nao sei porque nao confio na Cassie!

    e axei q o Kyle ia ta meio q brigado com ela pela Isabelle!

  2. Aruektib disse:

    Também não confio na Cassie ;~
    E tenho a péssima impressão que ela ainda levará o mesmo para o lado “mal” ;O

  3. Arielton disse:

    Também não confio na Cassie ;~
    E tenho a péssima impressão que ela ainda levará o mesmo para o lado “mal” ;O | Como eu errei meu nome de tal forma? o.O

  4. giulia disse:

    Eu confio na Cassie e adorei o cápitulo (episódio)

    foi muito bom me emocionei com a cena do jantar foi linda!

    fiquei imaginando na série!

    adorei!

  5. Guilherme disse:

    A história esquenta cada vez mais e espero q tenha mais do que dois livros!

  6. filipe disse:

    ateh que enfim o kyle apareceu!
    esta demaissssssss!!
    e vc breno! manda mto bem muleque!
    nao pare! a nacao te implora

  7. giulia disse:

    Eperando o próximo cápitulo ansiosa…

  8. Arielton disse:

    Caraca….muitooooos dias ainda pro próximo capítulo ;~

  9. Guilherme disse:

    Oba hj tem cápitulo 10!

  10. Jonas disse:

    Eu confio na Cassie, acho que ela quer levar Kyle a salvar o mundo.

    Estava ansioso pela volta de Kyle 🙂

    Amanha leio o Cap. 10 estou adorando a boa vontade de traduzir pro povo =D

    CONTINUE A TRADUZIR!

  11. giulia disse:

    Adorei a cena do jantar!

    e cassie é a habilidade do kyle confio nela!

  12. kristiang disse:

    no inicio da serie achava o Kyle um cara bacana, talvez pelo drama do coma e etc, mas depois vi que não passa de um adolescente mente lavada – literalmente e pelo movimento do Jordan Collier! E essa habilidade dele de de ter uma projeção do seu lado feminino, me soou meio gay, ainda mais que é uma mulher meio fofinha e não um avião… Sei não, essa Cassie é tão obscura quanto o ser que ficou no corpo do Kyle nas 2 primeiras temporadas.

    Bom, já são 01:35 da madrugada, tenho que ir dormir!

  13. kristiang disse:

    ah, este episodio me lembrou um capitulo do documentario Zeitgeist (http://www.zeitgeistmovie.com/) intitulado ‘Os Homens por Trás da Cortina’. Recomendo a todos assistirem. O documentário é gratuito e vale a pena!

  14. Andreia disse:

    Acabei de ler o primeiro livro e amei. O trabalho está muito bacana e gostaria de fazer uma sugestão, que eu acho deixaria mais claro o seguinte trecho: “Ele soltava uma corda de seda de sino.”

    Tive dificuldade de entender esse pedaço e depois de pesquisar um pouco, encontrei o original. Substituí a frase por: “Ele soltou o cordão de seda que prendia um sino.”

    Obrigada pelo incrível trabalho!!!!

  15. jonathan disse:

    kero esses livros em serie QQ

  16. Jun disse:

    Muito bom! Sei que a Cassie é uma habilidade do Kyle, e não pode (ou não deveria, acho.. hehe) simplesmente ser “do mal”… Mas eu também não confio nela! hehe

    Ótima tradução, obrigado!

  17. Edyr Oliveira disse:

    Essa habilidade do Kyle é ridícula! ¬¬’

  18. Edyr Oliveira disse:

    Tbm não gosto do Kyle! Muito chato!

  19. Vinicius Guardia disse:

    Opaa!! bom mesmo! parabens

  20. Jessica disse:

    Eu tenho minhas duvidas sobre essa Cassie…Por um lado ela parece que quer ajudar realmente, e por outro parece mais uma armadilha do futuro pra Kyle..

    p.S.: To adorando ler o livro traduzido no seu blog!

  21. Drika disse:

    Kyle ainda vai se decepcionar com a Cassie…

  22. Déborah disse:

    Concordo…nunca gostei dela tbém…diz tudo pela metade e ele simplesmente tem de confiar nela…

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