The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 10 traduzido)

Publicado: 20 de fevereiro de 2010 em The 4400

Pessoal, aí vai o capítulo 10, traduzido por Helena Padim.

Não deixem de comentar! Está ficando cada vez mais intrigante esta história…hehe…. =D

DEZ

 

            A Terra Prometida tinha se reunido para ouvir seu messias falar. Milhares de pessoas lotaram a praça em frente à prefeitura, esperando para ouvir Jordan Collier, que já havia reunido antes uma multidão parecida neste mesmo local, nos dias incertos que se seguiram ao Grande Passo Adiante. Um púlpito, sustentando uma imagem do pico nevado do Monte Rainier, havia sido montado no topo dos largos degraus de pedra. Um par de magníficos leões de pedra guardava a escadaria. Altos pilares de mármore ladeavam o púlpito. Pôsteres ostentando retratos de Collier de tamanho colossal se estendiam por sobre os andares superiores do edifício. Equipes de filmagem esperavam para transmitir ao vivo o pronunciamento de Collier para todo o planeta. Holofotes mantinham a escuridão da noite afastada. Oficiais da paz, em seus uniformes verde pinho, patrulhavam a praça. Detectores de metal escaneavam todos que chegavam.

            Era uma noite clara e fria, mas a temperatura baixa não contribuíra muito para desencorajar a horda inquieta que se reunira para presenciar a dedicatória de uma nova escultura comemorativa do monumental retorno dos 4400. Um pano cobria a instalação que, de acordo com furos de reportagem, representava uma esfera brilhante e cristalina, pairando sobre uma réplica em bronze da Highland Beach. A recém-inventada tecnologia antigravitacional teria sido empregada para manter o orbe suspenso sobre a paisagem esculpida, sem qualquer meio visível de suporte. A artista, que havia ganhado uma competição municipal patrocinada pela Fundação Collier, era filha de uma dos 4400 originais. Ironicamente, ela parecia duas décadas mais velha do que sua sorridente mãe, que agora se encontrava no púlpito, aquecendo o público para Jordan Collier. A multidão ansiosa ouvia mais ou menos pacientemente a seus comentários de abertura. Era Collier quem eles realmente queriam ver.

            Exatamente como April Skouris.

            O tamanho absurdo da audiência frustrou a delicada morena, quando ela tentou se encaminhar para frente da multidão. Óculos espelhados e um chapéu de aba larga encobriam seu ar furtivo e travesso. As mãos geladas se escondiam nos bolsos de seu caro sobretudo. Corpos esmagadores se esfregavam nela conforme espreitava, irritada, através da muralha de ombros das pessoas à sua frente. Ela havia chegado duas horas antes do início do evento, mas já havia literalmente dúzias de espectadores entre ela e o pé da escada. Como conseguiria chegar perto de Collier com todos aqueles enxeridos no caminho?

            — Licença — ela resmungava, enquanto obstinadamente abria o caminho a cotoveladas. — Estou passando! — Preocupada em não atrair a atenção dos vigilantes Oficiais da Paz, ela mantinha sua cabeça baixa. Sua impetuosidade evocava olhares maliciosos e protestos dos outros espectadores, mas quem ligava para o que estavam pensando? Ela estava interessada apenas em Collier.

            Ele vai falar comigo, queira ou não.

            Seu sangue ferveu ao se recordar da humilhação que havia passado no quartel-general de Collier, no outro dia. Ser barrada por seus capangas já era ruim demais, mas ser destratada daquela maneira logo na frente de Diana era demais. Eles não jogaram Di fora. Só a mim!

            Era a mesma história de sempre. Diana recebia todo o respeito e atenção, enquanto ela era tratada como um tipo de parasita constrangedor. Diana era a estudante modelo, alegria e orgulho de todos. April era a incompetente, cuja irmã superdotada tinha que volta e meia tirar das enrascadas. Mesmo agora, com uma nova e surpreendente habilidade para se vangloriar, April ainda se achava tocando a base para Diana solar.

            Bem, não mais, ela jurara. Aquela seria a noite em que provaria que era o dobro da agente federal que sua irmã era. Ela havia driblado Ralph e Eric, seus guarda-costas designados pelo governo, para ter a chance de se encontrar cara-a-cara com Collier. Ela não faria mais do que mostrar para todos que não era a fracassada imatura que achavam que era. Eu vou expor as mentiras de Collier na frente do mundo todo.

            Se ela conseguisse atravessar essa maldita multidão!

            No púlpito, a mãe da artista, Naomi Snodgrass, estava encerrando seus intermináveis comentários.

            — E agora, sem mais delongas, o homem que vocês todos estão esperando… O homem por quem um planeta ferido clama… Jordan Collier!

            Collier emergiu da prefeitura sob estrondosas vivas e aplausos. Ele ergueu sua mão em reconhecimento e a multidão foi ao delírio, acenando e gritando como se ele fosse Jesus reencarnado ou algo do tipo. Celulares e câmeras digitais registravam sua chegada para a posteridade. Fora fácil esquecer que, menos de um ano atrás, ele era um fugitivo procurado. Incrível como uma pequena catástrofe local podia fazer diferença. Ele era como Giuliani1 depois do 11 de setembro, só que maior. Giuliani não havia criado sua própria religião.

            Enojada, April juntou-se à aclamação para evitar chamar atenção. Embora tivesse conseguido sua habilidade e sua nova e confortável vida graças à política de distribuição irrestrita de promicina de Collier, ela não embarcara na baboseira de salvem-o-futuro. Em sua experiência, a retórica elegante era apenas um disfarce para um golpe sofisticado. Você não pode trapacear um trapaceiro, ela pensou, presunçosa. Collier estava simplesmente aparando as arestas, como qualquer um.

            E ela iria provar isto.

            Nem Tom Baldwin, nem Diana. Eu.

            Ela esperou impacientemente que o clamor diminuísse. Ficou na ponta dos pés para enxergar além da ralé que bloqueava sua visão do púlpito. Ainda havia muitas fileiras de adoradores de olhos arregalados entre ela e Collier, mas quem sabe já estaria perto o suficiente para ele ouvi-la? Uma pergunta capciosa dançava pelos seus lábios. Ela a havia ensaiado, em sua cabeça, por horas a fio.

            Onde está o corpo de Danny Farrell?

            Collier acolheu a adulação da horda por um momento, então gesticulou para que se acalmassem. O burburinho diminuiu gradualmente. A tranquilidade se estabeleceu pela praça. Rostos arrebatados fitavam Collier em adoração.

            — Obrigado, meus amigos — ele falou para a multidão. Um microfone e caixas de som projetavam sua voz através da praça pululante. — Vê-los todos juntos aqui, num propósito comum, nesta ocasião auspiciosa, aquece meu coração. É uma honra e um privilégio estar à frente de vocês mais uma vez…

            April viu sua oportunidade. Ela gritou a plenos pulmões.

            — Onde está o corpo de Danny Farrell?

            Sua mente o mandou dizer a verdade, mas, para seu completo constrangimento, ele simplesmente continuou falando sobre a noite gloriosa que acontecia na Terra Prometida.

1 Rudolph Giuliani era prefeito de Nova Iorque quando aconteceram os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Ele ganhou grande destaque por seu empenho em acompanhar as buscas por sobreviventes nos escombros das Torres Gêmeas e em dar apoio às famílias das vítimas, entre outros feitos. (N. do T)

 

— Uma noite para celebrar as artes, e para as artes celebrarem o início de uma nova era…

            Droga, ela pensou. Collier não conseguia ouvi-la acima da voz amplificada dele. Ela ainda estava muito longe. A frustração crescia dentro dela. Eu devia ter trazido um megafone ou algo do tipo!

            Ela não iria desistir, contudo. Conhecendo Collier, sabia que ele iria continuar falando por algum tempo. Ainda havia tempo para chegar até ele. Jogando a cautela para o alto, ela começou a empurrar as pessoas agressivamente para abrir caminho.

            — Saiam da frente, por favor! Estou passando.

            — Ei, tome cuidado! — algum idiota reclamou. Era um cara horroroso, com cara de sapo e melequento, com o cabelo castanho grudado sobre a cabeça para disfarçar a careca, vestindo uma roupa ridícula. Um queixo duplo brotava por debaixo de seus lábios gorduchos. Ele se mantinha protetoramente atrás de uma velha enrugada em uma cadeira de rodas, que provavelmente era sua mãe. Seus olhos esbugalhados fuzilavam April. — Onde você pensa que vai, docinho?

            Ela tentou se espremer empurrando o idiota, mas ele não iria sair do caminho.

            — Não seja imbecil — ela disse, impacientemente. — Deixe-me passar.

            — Pode esquecer — ele deliberadamente moveu a cadeira de rodas para bloquear o caminho. — Se você queria um lugar bom, deveria ter chegado mais cedo.

            A paciência de April se esgotou. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios. Está bem, otário. Você pediu isto.

            — Alguma vez você já pagou para fazer sexo?

            — Algumas vezes — ele admitiu, sem hesitação. — Quando eu estava realmente a perigo.

            Eu sabia, exultou April, maliciosamente. Este porco é bruto demais pra conseguir uma mulher por esforço próprio.

            Um ar de completo horror tomou conta do rosto do homem quando se deu conta do que acabar de dizer. Ele tapou a boca com a mão gorda. A senhora da cadeira de rodas olhou para ele com uma expressão escandalizada em sua face enrugada. Os dedos ossudos se espremeram em seu peito.

            — O que você acabou de dizer, Junior? Eu ouvi direito? — Ela olhou atravessado para April. — Quem é esta mulher?

            Ele não podia se afastar de April rápido o suficiente.

            Isto vai ensiná-lo a não mexer comigo, pensou ela, enquanto ele empurrava a apavorada senhora para fora dali. Mamãe já estava aplicando um sermão em Junior. Satisfeita consigo mesma, April saboreou sua vitória sobre o tagarela de olhos esbugalhados. Ele teve sorte por eu não ter perguntado por cada detalhe sujo.

            Ela se esgueirou pelo espaço deixado por Junior e sua mãe.

            — Com licença! — Espectadores menos antipáticos relutantemente deixaram-na se retorcer por entre eles. Sem aceitar um não como resposta, ela avançou determinadamente para a beirada da multidão. A massa ignorou seu progresso, preferindo ao invés disso dedicar sua atenção a Collier. Eles sacudiam entusiasmados a cabeça, concordando com Collier, enquanto o grande homem os fascinava:

            — …quando aquele orbe de luz brilhante apareceu pela primeira vez há quatro anos, zunindo pela Terra, vindo do que se acreditava, na época, serem as profundezas do espaço sideral, muitas pessoas o temeram, achando que era o fim do mundo. E, de certa forma, era. A chegada da esfera celestial, que retornou os 4400 a esta conjuntura crucial da história, anunciava o fim do mundo conturbado que todos nós toleramos por tempo demais. Um mundo de fome, pobreza, guerra, medo e ignorância…

            Blá, blá, blá, pensou April. Conte-me uma novidade. Todo mundo já conhece essa baboseira. Ela não podia acreditar que todos aqueles idiotas iludidos estavam engolindo aquilo. Conte-nos algo de que não sabemos – como o que você fez com o corpo de Danny.

            Muitos olhares aborrecidos e silêncios irritados depois, ela chegou quase à beirada da audiência. O pé da escada estava a apenas algumas fileiras de ovelhas iludidas à frente. Jordan Collier estava tão perto que ela poderia praticamente ver cada fio da sua barba. Seus astutos olhos azuis olhavam por sobre a multidão, alheio à ameaça que rastejava até ele. April avaliou que já estava perto o suficiente.

            Ela tinha que estar no alcance da audição dele.

            April levou um segundo para se compor. Ela olhou impiedosamente para as câmeras de TV próximas. Cara, elas iriam transmitir um verdadeiro show. Jordan Collier estava prestes a perder seriamente as estribeiras.

            Espere até Diana ouvir isto!

            Ela tirou os óculos de sol. Sua boca se abriu ao máximo.

            — Onde está o corpo de Danny Farrel? — ela gritou.

            Ou melhor, foi o que ela teve a intenção de fazer. O que realmente saiu de sua boca foi:

            — Iogurte brincando com algoritmos?

            Hã? A frase bizarra ecoava dentro de sua cabeça. O que eu acabei de dizer? Ela tentou novamente, ainda mais alto, desta vez.

            — Meias-luas rodopiando em ritmo de alcachofras?

            A torrente de palavras sem sentido atraiu olhares desafiadores das pessoas ao redor dela. Era como se ela estivesse falando em uma língua…

            — Já chega, Srta. Skouris — uma mão pesada pousou em seu ombro.

            O coração de April descompassou. Olhando para trás, ela descobriu dois enormes Oficiais da Paz uniformizados. Cada guarda segurou firmemente em um de seus braços.

            — Por favor, venha conosco — disse o guarda da direita. Ele tinha quinze centímetros e talvez sete quilos a mais do que ela.

            — Obliquamente Puyallup2! — ela protestou, incoerentemente, mesmo que a verdade cruel a beijasse no rosto. Eles fizeram alguma coisa com minha mente! Não importava o que tentasse dizer, nada além de baboseiras saía de seus lábios. — Filas de tatus licenciados!

            Os espectadores mais próximos olharam para ela interrogativamente e se afastaram. April se deu conta de que devia parecer que estava drogada. Consternada, ela imaginava como os guardas a haviam identificado. Eles a haviam localizado há poucos minutos ou estivera sob vigilância havia dias? Normalmente, ela poderia perguntar a eles, mas agora não mais, não com tudo que falava saindo desesperadamente distorcido através de sua boca.

2 Puyallup – cidadezinha americana localizada no estado de Washington.

 

           

Incapaz de discutir com os oficiais, ela tentou se livrar das suas garras. Uma onda repentina de tontura tomou conta dela, entretanto, deixando-a quase sem conseguir manter-se de pé, enquanto tudo ao redor parecia girar como um brinquedo de parque de diversões. Ela se convenceu, de uma vez por todas, que um dos guardas deveria estar usando sua habilidade sobre ela.

            — Palito de dentes de sereia!

            Um segundo depois, a praça parou de rodar. A tontura se fora.

            — Não dificulte as coisas ainda mais — avisou o segundo guarda. Ele era menor do que o outro, mas grande o suficiente para empurrá-la. Ele manteve sua voz baixa e ameaçadora. — Deixe estas boas pessoas ouvirem o discurso de Jordan.

            Entendendo a mensagem, ela não ofereceu mais resistência, enquanto os guardas a afastavam dos degraus. Ninguém tentou impedir os guardas de escoltar a moça louca para fora dali. A multidão se abria prontamente para que eles passassem. No púlpito, Collier continuava a falar, como se nenhum inconveniente estivera acontecendo. Se ele havia tomado conhecimento da perturbação, não deixava transparecer.

             — Assim, é com grande alegria e humildade, que eu revelo este brilhante tributo artístico ao dia que mudou as nossas vidas para melhor. — Com um floreio dramático, ele retirou o pano de sobre a escultura. A esfera flutuante de cristal brilhava como uma estrela sobre uma árvore de Natal. — Bem vindos ao início do renascimento da Terra Prometida!

            Apupos e aplausos enérgicos abafaram a saída forçada de April. Os guardas a arrastaram para fora da praça e para dentro de uma van verde. O medo tomou conta de sua alma. Aonde vocês vão me levar?

            — Escorregadio por catálogos violentos?

            O guarda adivinhou o que ela estava perguntando.

            — Acredite em mim, você não vai querer saber.

            Sua habilidade era inútil no momento, mas isso não importava.

            Ela sabia, em seu coração, que ele estava dizendo a verdade.

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comentários
  1. filipe disse:

    aeeeewww mais um cap show!
    4400 bom demais…até em folhas…isso aew breno
    nao para nao para nao para!

    parabens

  2. Guilherme disse:

    Muito bom!

    e é verdade cada vez mais intrigante!

    continue…

    por favor!

  3. Paulo disse:

    Execpcional! Grande trabalho esse seu cara, vc tá de parabéns! E a série é show de bola, tá cada vez melhor. Vê se não pára a tradução hein? Já basta o pessoal ter abandonado a série.

  4. Jonas disse:

    Realmente demais! As traduções estão cada vez melhores! Já pensou em começar a levar para o lado profissional? Seria um ótimo tradutor

    CONTINUE COM SEU TRABALHO!

    • brenooficial disse:

      Rsrs… que bom que está gostando… E sim, já pensei…heeh.. Comecei faculdade de tradutor e intérprete esse ano… E os créditos não são todos meus… A Helena está fazendo um belo trabalho me ajudando com a tradução de alguns capítulos =D

  5. giulia disse:

    Continua ta muito legal!

    vc tá de parabens!

  6. Continua, continua, continua.
    Perfeito!!

  7. Susana disse:

    Sim cada vez mais, fico ansiosa para saber o que vem por ai… continue…

  8. Guilherme disse:

    Nossa mas tpo na terceira temporada qndo jordan volta ele fala q quer impedir um futuro onde uma minoria poderosa vive numa cidade com murros altos e tal mas axo q seattle ta se transformando nisso!

    e ele vai fazer o papel de ditador nessa nova ordem!

    sera?espero q nao pois gosto do personagem!

  9. giulia disse:

    é verdad guilherme tinha até esquecido esse detalhe

    axo q vou rever a série!

  10. Jonas disse:

    Pocha foi pequeno o Capítulo hoje (acho que é impressão minha), mas muito legal e esta cada vez mais interessante. Espero que não façam nada com a April! Gosto muito dela, minha personagem favorita.

    Continuem firmes e fortes Breno e Helena!

    *Aguardand Sabado*

  11. Luiz Fernando disse:

    Fiquei sabendo do livro hoje…
    E consequentemente deste blog!

    Primeiramente queria elogiar a iniciativa de postar aqui no blog a tradução do livro, está de parabéns!!

    Ainda não li nenhum capítulo, mas acompanharei até o último junto com todos! Começarei hoje!

    Abraçoo

  12. jonathan disse:

    sou fa the 4400

  13. Jun disse:

    Nooo, o Jordan não pode tirar a habilidade da April! Hehe, bem ousada ela hein! =D

    Como sempre, maravilhoso o seu trabalho, Vinícius!

  14. Edyr Oliveira disse:

    Jordan, um safado como sempre! Hahaha

  15. Vinicius Guardia disse:

    Muito bom

  16. Drika disse:

    Amei! April é ótima

  17. Erickson Lucas disse:

    Muito boa as traduções !! 😀

  18. nilza disse:

    hum…. analisando pelo filme “A espera de um milagre” onde tinha o Jonh Coffe (como café) JC de Jesus Cristo… e Jordan Collier, JC… messias… ai ai… onde isso vai parar… tradução nota 10 leio a tradução e em minha mente vejo um filme se formando em minha mente… desconfio que tomei promicina.

  19. nilza disse:

    AH…. NOSSO CARISSIMO TRADUTOR NUNCA ESQUECE DE MENCIONAR UMA AJUDA PRECIOSA DA HELENA EM SUAS TRADUÇÕES ! VALEU LENINHA! BJS

  20. Ricardo Kuerten disse:

    Parabéns a você é a Helena pelo trabalho. Esta ótimo!

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