The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 11 traduzido)

Publicado: 27 de fevereiro de 2010 em The 4400

Pessoal, aí vai o capítulo 11. Só não esqueçam de comentar, heim!

ONZE

 

A imponente casa de fazenda ficava escondida nos arredores da Pennsylvania. Plantações de milho e tabaco, que jaziam esquecidas no inverno, cercavam a casa e suas dependências. Uma estrada apagada e suja levava até o Pedágio Lancaster, mais ou menos a um quilômetro dali. Um galo de ferro estava empoleirado no topo de um cata-vento. Pinturas redondas estavam pintadas nos celeiros e na caixa d’água. Luz elétrica brilhava pelas janelas. As cortinas do andar de cima estavam fechadas por causa da noite. Uma frota de limusines, estacionadas do lado de fora da casa, pareciam distintamente fora de lugar.

            Richard entendeu a presença das limusines como um bom sinal. Parece que estamos no lugar certo, pensou. Ele e sua equipe rastejavam por um campo escuro na direção dos ruídos da casa. Uma fonte confiável lhes informara que os Marcados sobreviventes realizavam uma reunião naquele mesmo local, o que oferecia a oportunidade perfeita de acabar com a conspiração com uma tacada só. Pesquisas posteriores haviam revelado que a fazendo isolada era uma das várias propriedades de Wesley Burke, o conselheiro chefe do presidente no Departamento de Segurança Doméstica. As limusines incongruentes indicavam que eles haviam chegado bem a tempo.

            Longe das luzes da cidade, uma escuridão colaborava com a aproximação deles. Um pequeno prateado da lua dava a eles luz suficiente para conseguirem andar. Estava uma noite congelante. A respiração de Richard embaçava a frente de seus lábios, assim como a de Evee. Somente Yul parecia não ser afetado pelo frio. Richard invejava os dons termocinéticos do outro homem. Os três operantes — uma palavra que Richard preferia ao invés de “assassinos” — estavam aquecidamente vestidos em roupas de lã pretas, luvas, tocas de ski e botas. Além da temperatura frígida, eles haviam executado uma cansativa caminhada até a fazenda. O helicóptero reserva deles, comandado pelo mesmo piloto cego que ajudara na fuga da prisão, havia largado-os em um campo vazio a mais de um quilômetro longe dali.

            Mantendo-se abaixados, eles foram cruzando o campo gelado. Com Sanchez morto, Richard havia assumido o comando da equipe de assalto. Grãos secos de milho estalavam ruidosamente sob suas botas. Richard estremecia a cada estalo traiçoeiro. Tomando a dianteira, ele segurou a respiração até encontrar abrigo atrás de um galpão velho de ferramentas. Espirou pelo canto da cabana enquanto analisava o terreno à frente.

            Um espaçoso quintal se estendia entre o galpão e a parte de trás da casa. O cenário era tomado por uma forte segurança. Um guarda com uma jaqueta de lã patrulhava uma sacada no segundo andar. Holofotes montados iluminavam o gramado amarronzado. Um pneu balançava pendurado em um galho forte de uma árvore carvalho. Uma grande casa de cachorro de alumínio preocupou Richard. Ele só podia desejar que nenhum cão de guarda inconveniente tivesse sido trazido naquela noite.

            Seu olhar pousou num par de portas velhas de um porão. As portas de aço inclinadas estavam do lado oposto do fundo cimentado da casa. De acordo com o informante, um 4400 que Richard encontrara anos atrás durante a quarentena, os Marcados estavam se reunindo num quarto do pânico abaixo do porão-adega.

            Essa é nossa entrada, decidiu ele. Agora eles só precisavam atravessar vários metros de grama bem iluminada sem serem detectados. Mais fácil falar do que fazer.

            Ele prestou atenção na sentinela na sacada. O guarda sem nome andava de um lado para o outro para se manter aquecido. Suas mãos enluvadas seguravam uma caneca fumegante de café. Richard quase sentiu pena do pobre homem, até que se lembrou a quem ele estava defendendo. Um par de binóculos noturnos estava pendurado em volta do pescoço dele. Daquela distância, Richard não conseguia dizer se a sentinela estava armada, mas com certeza estava. Wesley Burke era um homem poderoso, com muitos inimigos.

            Evee se levantou atrás dele. Ela também colocou a cabeça para fora do canto. Seus olhos sombreados seguiram seu olhar até a sacada no alto.

            — Quer que eu cuide dele?

            — Poupe suas forças. — Richard manteve a voz baixa. — Eu posso lidar com isso.

            Suas sobrancelhas escuras se torceram. Seus olhos se estreitaram enquanto ele se concentrava no guarda — e no fluxo de sangue para o cérebro do homem. Demorara um pouco para ele dominar esse truque, mas estava craque agora. Devagar, sutilmente, para não alarmar o seu alvo, comprimiu a circulação do guarda, colocando o homem para dormir antes mesmo que ele soubesse o que estava acontecendo. A sentinela cambaleou sem equilíbrio, então caiu por cima da grade. A caneca fumegante de café escorregou de seus dedos. Richard experimentou um momento de pânico enquanto o copo de cerâmica caía na direção do chão. Ela caiu com um baque abafado na cama de flores abaixo. Arbustos folhados piedosamente amorteceram sua queda.

            — Muito bem — sussurrou Evee, impressionada com a facilidade com que Richard havia neutralizado o guarda. — Já fez isso antes?

            — Sim — respondeu ele, laconicamente. A culpa trespassou seu coração. A última pessoa que ele nocauteara desse jeito fora Isabelle, quando sua filha ainda estava viva. Agora, ele desejava que os dois tivessem gastado menos do seu precioso tempos juntos brigando. Se ao menos pudessem acertar as coisas entre eles. Mas os Marcados os haviam roubado essa possibilidade.

            — E as luzes? — perguntou Evee.

            Richard sinalizou para Yul com as mãos. O homem mais jovem, que era uns 30 centímetros mais baixo que Richard, aproximou-se para se juntar a eles.

            — Sua vez — disse Richard.

            Yul acenou com a cabeça. Ele fixou o olhar nos holofotes, que se acenderam brilhantemente antes de queimarem todos juntos. A escuridão caiu sobre o quintal. Richard imaginou quanto tempo demoraria para as pessoas do lado de dentro perceberem.

            O tempo suficiente, esperava.

            — Vão! — murmurou ele urgentemente.

            Eles estavam no meio do quintal quando os cães atacaram. Latidos e rosnados selvagens precederam-se a aparição de quatro Dobermans ameaçadores, que vieram correndo pelos cantos da casa. As presas dos cães reluziam na débil luz da lua. Baba jorrava de suas bocas abertas.

            Droga, pensou Richard. Sabia que a casa de cachorro significava encrenca.

            O Doberman da frente investiu contra ele. Instintivamente ele jogou o braço para o alto para se defender, feliz pela grossura de sua jaqueta e do suéter. A mandíbula poderosa do cachorro fechou-se em seu braço. Dentes afiados perfuraram o tecido, cortando sua pele. Ele mordeu o lábio para não gritar. A dor quebrou sua concentração em pedacinhos. Não havia como usar sua mente como arma. O cão furioso ficou pendurado em seu braço como um peso, rasgando sua carne. O peso enorme do animal tirou seu equilíbrio. Era tudo o que ele podia fazer para manter o canino rancoroso longe de sua garganta… até que, abruptamente, o cachorro amoleceu.

            Afrouxando o aperto, o Doberman caiu na grama. Richard arfou aliviado. Ele cambaleou alguns passos para longe da besta adormecida. Olhando em volta, viu que todos os quatro Dobermans estavam deitados sem sentidos no gramado seco. Eles roncavam e fungavam em seu sono. Suas pernas se contraíam de vez em quando.

            Evee, percebeu ele.

            Ele olhou para sua colega de equipe, que estava flexionando o pescoço. Aparentemente, sua habilidade funcionava com cachorros, também.

            — Obrigado — disse ele, sem fôlego. — Bom trabalho.

            Ela deu de ombros, como se salvá-los de um bando de cães de guarda raivosos não fosse grande coisa.

            — Eu sempre fui mais com a cara de gatos.

            — Como está o seu braço? — perguntou Yul, ansiosamente. O sangue ensopava a manga de Richard, tão negros quanto óleo nas sombras. O tecido amassado mal escondia as marcas de mordida. Doía pra caramba.

            — Eu aguento — ele disse, com os dentes cerrados. Ele estava mais preocupado com o barulho que os cães haviam feito antes de Evee os silenciar. Vozes agitadas vinham de dentro da casa. Uma porta de correr de vidro se abiu no andar de cima. Passos apressados soaram da sacada.

            — Mas o que…? — disse uma voz anônima acima deles. — Está dormindo no trabalho, Harris?

            Uma segunda voz se juntou à confusão.

            — O que os malditos cachorros têm? — A irritação brigava com a preocupação. — Hei, quando as luzes se apagaram?

            Richard esgueirou-se por baixo da sacada, fora da vista dos recém-chegados. Seus amigos não precisaram de aviso para se juntar a ele. Segurou o braço ferido enquanto ouvia tensamente os homens tentando acordar o guarda tranquilizado. Seu coração deu um pulo no peito. Seus olhos viraram na direção das portas do porão, apenas alguns metros de distância. Ele tentou levantar as portas usando sua telecinese, só para descobri-las trancadas pelo lado de dentro.

            Sem problema, ele pensou.

            Vince Adams, o 4400 manipulador de espaço da fuga da prisão, podia ter arrancado as portas de aço das dobradiças, mas ele não aceitara a missão por questão de valores. Libertar positivos de custódia federal era uma coisa, mas assassinato era a gota d’água para Adams. Richard respeitava a opinião do homem. Ele até concordaria com isso há um tempo, antes dos Marcados assassinarem sua filha.

            Agora as portas do porão estavam entre ele e sua vingança. Visualizando com sua mente, ele localizou o cadeado no lado oposto das portas. Seu braço machucado dificultou a concentração, mas ele deixou a dor de lado. As trancas se moveram e o cadeado se abriu. As portas suspenderam-se abertas. Um tenebroso portal esperava por eles.

            — Agora! — ordenou Richard. Ele desceu alguns degraus, abaixando a cabeça para evitar bater na porta. Sua bota chutou o cadeado caído para o lado. Correndo, seus colegas apressaram-se para entrar atrás dele. Uma única lâmpada, pendurada no teto, expunha o que parecia ser uma adega cheia de vinho. Dúzias de garrafas de vidro estavam cuidadosamente montadas em grandes prateleiras de ferro.

            Yul assobiou, apreciando.

            — Bela coleção. E altamente inflamável.

            — Mais tarde — disse Richard. Um incêndio conveniente podia cobrir seus rastros, mas primeiro eles tinham que cumprir seu objetivo – sem interrupções. Ele olhou para trás por cima de seus ombros. As portas do porão fecharam-se com barulho. Uma pesada prateleira de ferro arrastou-se pelo chão e se grudou contra a entrada. Uma segunda prateleira caiu por uma escada, indo na direção do térreo. As garrafas desalojadas chocaram-se com o chão duro de concreto. O aroma de vinho poluiu o ar.

            Evee lamentou-se pelo vinho derramado.

            — Que desperdício.

            Richard não podia se importar menos com os vinhos caros. Tudo o que importava era eliminar seus alvos enquanto podiam. Linhas de luzes contornavam uma porta de aço logo adiante. Vozes estridentes vinham de trás da barreira. Tem que ser eles, pensou Richard. Os próprios Marcados.

            Ou pelo menos era o que ele esperava.

            Inesperadamente, a porta não estava trancada. Ela se abriu como mágica diante deles enquanto se aproximavam. Os olhos de Richard rapidamente avaliaram a situação. O “quarto do pânico” barulhento mais parecia um apartamento mobiliado. Armários e copas de madeira estavam pendurados sobre uma pequena cozinha no fundo da sala. Prateleiras estavam estocadas com livros e DVDs. Um telefone vermelho de emergência estava pendurado a um lado da sala, ao lado de um armário de primeiros-socorros e um extintor de incêndio. Havia grades de ventilação no topo das paredes, logo abaixo dos tetos baixos. As luzes no alto estavam dolorosamente brilhantes comparadas com a escuridão do lado de fora. Música clássica tocava suavemente no sistema de som.

            Seis pessoas assustadas olharam alarmadas para os invasores. Um sheik árabe, um lama tibetano, uma mulher chinesa, um general americano, um produtor de filmes bronzeado, e o próprio Wesley Burkey estavam posicionados em volta de uma antiga mesa redonda de carvalho no centro da sala. Richard reconheceu os Marcados por causa dos dossiês detalhados que eles haviam estudado. O quórum parecia completo. Todos estavam ali, como prometido.

            Beleza.

            Exclamações e maldições irromperam dos lábios roubados dos Marcados. Muitos deles já haviam se levantado de seus assentos. Cadeiras caídas jaziam aos seus lados. Burke levantou uma Glock semiautomática de dentro de sua jaqueta, mas Yul foi mais rápido. O aço azul ficou vermelho-brasa num instante. Burke jogou a arma chiadeira para longe dele.

            — Não! — apelou o árabe. — Tenham piedade.

            Evee não deu aos colegas conspiradores de Burke uma chance de revidarem. O pescoço dela estalou audivelmente. Os Marcados caíram como bonecas de trapo.

            A porta de aço fechou-se com tudo atrás de Richard. Ele não queria ninguém invadindo a festa. Seu olhar sombrio varreu os homens e a mulher adormecidos. Um nervo mexeu-se abaixo de sua bochecha. Ele não esperava por essa parte…

            — Até agora, tudo bem — comentou Yul. — Acho que nem precisamos de Billy no fim das contas.

            Por cima das objeções energéticas dele, Richard eliminara o garoto de óculos dessa operação. Independente do perigo, isso não era trabalho para uma criança. Já era ruim o suficiente que Isabelle houvesse perdido a inocência tão horrivelmente. Ele não ia deixar que outra criança sujasse as mãos de sangue.

            Não sob minha supervisão.

            Agora, os guardas contratados pelos Marcados estavam levantando um alvoroço do lado de fora da “sala do pânico”. Richard ouvia-os lutando contra as prateleiras dos vinho arrancadas. Vozes frenéticas gritavam umas com as outras. Claramente, a equipe teria que brigar para saírem dali.

            — Certo — murmurou Evee. Ela tentou pegar a arma de Burke, mas ainda estava muito quente para ser tocada. Ela olhou apreensiva para a porta fechada entre eles e os guardas. — Vamos dar cabo desses pedaços de corpos fascistas e cair fora.

            — Ainda não. — Richard se aproximou dos corpos estatelados. Antes que matassem essas pessoas a sangue frio, e queimassem seus corpos, ele queria ter certeza absoluta de que eram as pessoas certas. Os alvos indefesos pareciam ligarem-se aos perfis, mas sua consciência insistia que ele se esforçasse ao máximo para não matar as pessoas erradas. Eles estavam falando de vidas humanas. Não podia haver margem para erros.

            Nasir Al-Ghamdi era a vítima mais próxima. Richard se ajoelhou ao lado do sheik adormecido. O corpo torto do árabe estava deitado de bruços, então Richard o virou para cima para olhar melhor. Ele afastou o lenço do rosto do homem e examinou suas feições. Ele estava sendo paranoico ou o rosto do homem parecia um pouco diferente daquele que ele memorizara? Ele tocou a bochecha do sheik. Blush sujou seus dedos.

            Um arrepio correu pela espinha de Richard. Esse não é Nasir, ele percebeu. É falso. É uma armadilha.

            Ele pôs-se de pé num salto.

            — Tomem cuidado! — exclamou. — Caímos numa armadilha.

            Ele mal terminara de falar quando a armadilha foi acionada. Granadas de luz rolaram pela sala, explodindo de trás das prateleiras e armários. Clarões de cegar os olhos surgiram um atrás do outro, desorientando os quase-assassinos. Explosões ensurdecedoras invadiram seus ouvidos. As luzes acima piscaram, adicionando-se ao caos. A equipe mal podia pensar, muito menos usar suas habilidades. Mesmo se tivesse alguém para usá-las.

            Richard ouviu um barulho de assobio por cima das detonações. Olhando para cima, ele viu uma grossa fumaça branca espalhar-se pela sala através das grades de ventilação.

            Gás!

            Colocando a mão por sobre o nariz e a boca, Richard correu para a porta. Ele agarrou a maçaneta com a mão livre, mas ela se recusou a girar. Uma segunda porta caiu do alto, quase arrancando seus dedos. Eles estavam presos.

            A fumaça sufocante rapidamente encheu a câmara de gás da sala. Os olhos de Richard lacrimejaram. Sua garganta queimou. Ele tentou afastar a fumaça dele, mas não obteve sucesso. As luzes que piscavam e as explosões atrapalhavam seus sentidos. Sua telecinese era inútil contra o gás sem forma. Ele não conseguia tocá-lo com sua mente.

            Quem quer que tivesse organizado aquela armadilha havia pensado em cada detalhe.

            Evee foi a primeira a sucumbir ao gás. Ela caiu ao chão. Yul foi o próximo. Ele cambaleou em volta, caindo sobre uma das sósias. Em poucos segundos, Richard viu que era o único ainda de pé.

            O gás invadiu seus pulmões. Desnorteado, ele segurou-se na borda da mesa circular para se sustentar. Tentou lutar contra a fumaça narcótica, mas era uma batalha já perdida. Suas pernas amoleceram e ele caiu ao chão, ao lado de seus companheiros. Suas pálpebras fecharam-se. Ele tossiu à fumaça cáustica. A última coisa que pensou, antes que a inconsciência viesse, era no que os verdadeiros Marcados estavam planejando agora.

            Sua cabeça atingiu o chão.

 

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comentários
  1. Jonas disse:

    Nossa, só isso? Impressão ou os capítulos estão cada vez menores? De qualquer forma, adorei Cap 11! Muito emocionante! Estou ansioso para ver o que aconteçeu com April 😀

    CONTINUEM COM O BELO TRABALHO BRENO E HELENA!

  2. Guilherme disse:

    Mais uma vez surpriendente to adorando!

    mas gosto mais qndo ocapítulo nao se foca só em uma história!

    por q agora só smana q vem!

    e nossa richard se ferrou legal!

  3. Luiz Fernando disse:

    Muito bom o capitulo!
    Ansioso de mais para saber como tudo termina.. hehe
    Parabéns pelo trabalho e continuem assim!!

  4. giulia disse:

    Muito bom bem intrigante!

    ja chegamos na metade do primeiro livro neh!

    nossa e a tanto o q acontecer!

    tantos mistérios!

    Ansiosa! parabens pela tradução continue!

  5. Pâmela Thaís disse:

    Nossa… eu cheguei aqui no blog hoje…
    Parabéns a tradução é muito boa!
    To adorando, vou voltar aqui sempre que puder.To morrendo de curiosidade pra saber o que vai acontecer!

  6. jorge disse:

    Parabéns pela tradução muito boa , este é o primeiro livro ?

    • brenooficial disse:

      Como disseram, esse livro é a continuação da série, que foi cancelada na 4ª temporada. O livro é como se fosse a quinta temporada e ainda existe mais um depois desse, que seria a sexta e última.

  7. John disse:

    Esse não é o primeiro livro ;~
    Não cheguei a ler os livros, eu vi o seriado…e no caso essa seria a 5º Temporada… N

  8. John disse:

    Esse não é o primeiro livro ;~
    Não cheguei a ler os livros, eu vi o seriado…e no caso essa seria a 5º Temporada… Não sei se segue os livros =x

  9. Vania disse:

    Foi muito legal da parte voces darem continuidade a serie, traduzindo livro

    E a cada capitulo fico curiosa para saber o desfexo.

  10. filipe disse:

    MAIS UM OTIMO CAPITULO
    CADE VEZ MAIS PRESO EM 4400
    BOM DE MAIS
    CONTINUE ASSIM BRENO
    VC EH O CARA

  11. Guilherme disse:

    Ansioso pelo proximo capítulo!

    tá muito bom!

    vinícius continue essa ótima tradução!

    as coisas estão esquentando!

    e vc irá traduzir o segundo livro? ou ainda é muito cedo pra falar disso?

  12. Vania disse:

    No aguardo para o desfecho da historia,

    Esta ficando cada vez melhor…

  13. Jonas disse:

    Poxa, ainda não saiu cap 12? to esperando desde manha aqui e já são 8 horas, ve se não atrasa estamos muito ansiosos!

  14. giulia disse:

    Ansiosa pelo capitulo 12!

  15. Guilherme disse:

    A q pena achei q já teria o capítulo 12!

  16. Jun disse:

    Muito bom! Richard e essa Evee são bem fortes, especialmente juntos! Os dois podem fazer as pessoas desmaiarem com a mente! Ainda bem que os “Marked”s são inteligentes o suficiente pra não serem pegos em suas reuniões!

    Obrigado pela tradução!

  17. Edyr Oliveira disse:

    Vixi! O bicho vai pegar ainda! Hahaha

  18. Vinicius Guardia disse:

    loco demais

  19. Drika disse:

    Maravilha! Vamos ao cap 12!

  20. silvana disse:

    impressionante,,,,,………estou adorando ……………….vamos ao cap. 12

  21. Liane disse:

    Assisti à série “The 4400” somente agora, e não sabia de seu interrompimento abrupto e frustrante para os fãs da série. Obrigada, Breno, por sua gentil e árdua tarefa de traduzir o livro!

  22. Aline disse:

    Oi não encontrei os capítulos 8, 9 e 10… por favor me envie o link caso os tenha disponíveis!!!

  23. sheila disse:

    so a letra poderia ser de uma cor diferente …

  24. Deivson disse:

    Parabéns 😤 pelas postagens deste e de outros capítulos.

  25. Renato disse:

    Bem legal!!!
    Posta a 6ª temporada!!! 😛

    Abraço

  26. Gisa, disse:

    UA!! Que virada. Mas a tal April é uma besta quadrada, acho ela uma boca aberta,com ou sem habilidades!

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