The 4400 – Welcome to Promise City (capítulo 13 traduzido)

Publicado: 13 de março de 2010 em The 4400

Pessoal, aí vai o capítulo treze.

LEMBREM-SE DE COMENTAR!!! Heheh…

 

TREZE

 

Kyle fechou e trancou a porta de seu escritório.

            Sentindo-se culpado, ele arrastou-se até sua mesa e sentou-se em frente ao computador. Eram sete da manhã, e a maioria da Fundação Collier ainda estava dormindo, mas, mesmo assim, ele não queria que alguém entrasse enquanto pesquisava sobre Bernard Grayson, só para tirar a pulga de trás da orelha. O próprio escritório de Jordan era apenas duas salas ao lado. Kyle ficara aliviado ao ver que Jordan ainda não estava acordado, embora ele ficasse dizendo a si mesmo que não estava fazendo nada de errado.

            Só preciso de mais um pouco de informação, pensou. Antes que eu possa tomar qualquer tipo de decisão.

            A Fundação mantinha um banco de dados secreto de cada positivo no Movimento. Equipes de gênios de computadores protegiam a rede interna contra hackers do governo e outras ameaças à segurança. Somente os mais altos escalões do Movimento tinham acesso completo ao banco de dados. Kyle era um membro dessa elite. Para ver os arquivos, tudo o que ele tinha que fazer era digitar sua senha.

            SHAMAN, digitou ele.

            O banco de dados apareceu na tela.

            — Não faça isso, Kyle — disse Cassie.

            Ele nem ao menos pulou quando ela apareceu repentinamente às suas costas. Nessa altura, já se acostumara com ela se materializando do nada. Ele suspirou, resignado. Nenhuma porta ou tranca podia manter Cassie longe quando ela tinha algo a dizer.

            — Só quero dar uma olhada — ele disse. — Isso não quer dizer que vou informar algo à NTAC ou ao meu pai. — Ele manteve o olhar na tela à sua frente. — De qualquer modo, não há o que contar mesmo. Só preciso ter certeza disso.

            Ela se curvou sobre o ombro dele.

            — Eu sou sua habilidade, Kyle. Sou eu quem te conta o que precisa saber.

            — Ah, é? — Ele girou na cadeira para encará-la. — Então me fale sobre esse Grayson. E onde está o corpo de Danny.

            Ela balançou a cabeça.

            — Não é assim que funciona. É sobre o que você precisa saber para cumprir seu destino. Não o que você quer saber.

            — Talvez você não saiba tudo o que eu preciso.

            Ela sentou-se em seu colo e enrolou os braços em volta de seu pescoço.

            — Não é isso que pensava ontem a noite. — Ela vestia um vestido baby-doll por cima de uma calça legging violeta. Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto. — Então, a porta está trancada, certo?

            Ele percebeu o que ela estava tentando fazer.

            — Sinto muito, não vai funcionar desta vez.

            Ele a tirou do seu colo e voltou-se para o computador. Seus dedos tocaram o teclado, digitando GRAYSON, BERNARD no banco de dados. O agente funerário fugitivo estava listado como positivo à promicina, apoiador do Movimento, tendo aparentemente visto a luz depois do Grande Salto Adiante. Seu arquivo, no entanto, estava surpreendentemente vazio, listando apenas a sua idade, informações para contatos, número de Segurança Social, e alguns outros detalhes irrelevantes. Nem mesmo sua habilidade 4400 estava listada.

            — Mas que droga é essa?

            — Esquece isso — insistiu Cassie. Ela caminhava de um lado para o outro atrás dele. — Não percebe que seu pai está te usando?

            — Talvez — respondeu ele. — Mas se não temos o que esconder, qual o problema em fuçar um pouquinho?

            Examinando o arquivo mais cautelosamente, ele notou que Grayson estava listado como “financiador beneficente”. Ele clicou numa barra onde estava escrito CONTRIBUIÇÕES e descobriu que o diretor desaparecido da funerária doara mais de $150, 000 para algo chamado “Comitê de Incentivo Global”.

            O quê? O nome não significava nada para ele. Pensei que soubesse tudo sobre as iniciativas de Jordan.

            Ele olhou para cima para Cassie.

            — Você sabe algo sobre isso?

            Ela o lançou um olhar de desprezo.

            — Você se importa com o que eu penso? — Ela jogou-se em um sofá num canto. Cruzou os braços desafiadoramente sobre o peito. — Não espere que eu faça o trabalhinho sujo do seu pai.

            Kyle percebeu que isso não terminaria tão cedo. Nada como uma mulher furiosa…

            — Certo — disse ele. — Eu mesmo cuido disso.

            Meia hora de pesquisas no computador da Fundação levantou pequenas informações frustrantes sobre o Comitê de Incentivo Global. Kyle nunca dera muita atenção ás finanças do Movimento, mas agora ele se via fuçando em orçamentos tentando descobrir para o que a doação extremamente generosa de Bernard Grayson fora usada. Siga o dinheiro, disse a si mesmo, assim como dizem nos filmes. Ele franziu os olhos quando um borrão atordoante de débitos e créditos rolou pela tela. Jordan gostava de dizer que o dinheiro logo seria obsoleto, que milagres seriam a moeda do bravo mundo que ele estava criando, mas Kyle estava surpreso em ver o quanto de dinheiro era requerido para manter a Terra Prometida funcionando nesse meio tempo.

            Finalmente, bem quando estava pensando em desistir, encontrou um depósito de quase um milhão de dólares em uma conta identificada somente como “Fundo Operante CIG”. CIG como e Comitê de Incentivo Global?

            Tem que ser, ele pensou.

            Mas quando ele tentou abrir mais detalhes sobre o fundo, o computador apitou em protesto. Uma caixa de mensagem cinza sinistra apareceu na tela:

            “ACESSO NEGADO”

            — Está de brincadeira! — Ele era a mão direita de Collier, nunca fora bloqueado antes. Impacientemente, digitou sua senha novamente.

            “ACESSO NEGADO”

            — Merda! — Ele deu um soco na palma da mão. Isso só estava ficando mais frustrante e preocupante no momento. O que tem de tão secreto nesse comitê?

            — Com problemas, amorzinho? — Cassie esnobou do outro lado da sala. Ela se divertia rabiscando num bloco de folhas. Quando Kyle a encontrara pela primeira vez, ela se mostrara uma estudante de arte tagarela antes de revelar sua verdadeira natureza. — Talvez devesse deixar isso para lá.

            — Só porque você quer. — Ele iria até o fim se precisasse, só para provar que as acusações de seu pai contra Jordan eram absurdas. Uma ideia lhe ocorreu. Se o seu computador não conseguia descobrir tudo, talvez ele devesse tentar uma aproximação mais humana.

            Ele pegou o telefone e discou uma extensão familiar. Alerta com sua ação, Cassie abaixou o bloco e o olhou suspeitosamente. Seus olhos se estreitaram.

            — O que está fazendo, Kyle?

            Você é a guia espiritual, ele pensou. Descubra.

            — Oi, Irene — disse ele, assim que a pessoa do outro lado da linha atendeu ao telefone. — É o Kyle. Tem um minuto?

            Irene Henkel era uma dos 4400 originais. Uma vez fora nata dos anos 1960, que dizia ter dançado para Jim Morrison e Jimi Hendrix. Ela voltara do futuro com uma memória fotográfica com relação a dólares e centavos. Irene agora era o cérebro do departamento de contas da Fundação. Ela era a pessoa a ligar se você tivesse um problema com um alto reembolso.  Kyle esperava que isso se aplicasse ao Comitê de Incentivo Global também.

            — Para você, amorzinho, a qualquer momento. — Seu sotaque arrastado entregava suas raízes da Linha Mason-Dixon¹. — Como posso ajudá-lo?

            — Não é muita coisa. — Ele fez o melhor para manter seu tom calmo e gentil, enquanto Cassie o fuzilava com os olhos do sofá. — O Jordan pediu para que eu revisasse os registros, e receio que esqueci para quê foi usado um desembolso. Talvez você pudesse refrescar minha memória.

            — Você? Revisando os registros? — Sua expressão incrédula era audível. — Minha Nossa, o que aquele homem está pensando? Ele não sabe você não consegue nem ao menos preencher um pedido de dinheiro corretamente?

¹ Uma linha que divide o Norte e o Sul dos EUA, formando uma demarcação nas fronteiras de Pennsylvania, Maryland, Delaware e Virgínia do Norte.(N. do T)

 

 

            — Me deve ume bebida, pelo menos, e eu vou cobrar qualquer dia desses. Embora ainda não tenha encontrado nada tão bom como aquele vinho de dente-de-leão que tomei em Woodstock², antes daquela bola de luz me levar. — Um tom melancólico sugeria que a abdução repentina ainda cutucava os dias passados de Força das Flores e colares Love beads³ — Não suma, queridinho.

¹O Woodstock Music & Art Fair foi um festival de música anunciado como “Uma Exposição Aquariana: Dias de Paz & Música”, na cidade estado de Nova York. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1969.

³Flower Power (Força das Flores) foi um slogan usado pelos hippies dos anos 60 até o começo dos anos 70 como um símbolo da ideologia da não-violência e de repúdio à Guerra do Vietnã. Love beads são colares tradicionais de hippies, geralmente feitos à mão. (N. do T.)

 

            — De jeito nenhum — prometeu ele. Quando desligou o telefone, sentiu uma pontada de culpa por se aproveitar da confiança e cortesia de Irene, mas ao menos ela se provara mais cooperativa do que seu computador recalcitrante. Ele estava finalmente chegando a algum lugar.

            Ainda assim, um centro de plasma? Um daqueles lugares onde bêbados e estudandes de faculdade vendiam o sangue para uma graninha extra? Kyle se lembrava de ter visto um desses estabelecimentos no centro da cidade e na U District4, mas isso fora antes do Grande Passo Adiante. Desde que acontecera a praga, o Ministério da Saúde banira cidadãos de Seattle de doarem sangue ou plasma por medo de contaminação de promicina. A Terra Prometida era o novo Haiti. Até onde ele sabia, todos os bancos de sangue e centros de plasma da cidade haviam parado de funcionar. Então por que esse Comitê de Incentivo Global quereria comprar uma dessas propriedades? E o que, afinal de contas, Bernard Grayson tinha a ver com aquilo? Algo não cheira bem aqui, ele pensou. Por que se esforçar tanto para encobrir uma transação de bens rotineira?

            Um agente funerário renegado. Um centro de plasma fechado. O corpo de Danny…

            Kyle tentou juntar as peças, mas tudo o que conseguiu foi uma uma bagunça. Ele olhou friamente para o telefone na sua mão. Devo ligar para o meu pai? Avisá-lo do que descobri até agora?

            Ele ainda estava bravo com seu pai por tê-lo abordado no jantar, mas e se esse sujeito Grayson fosse mesmo um pilantra? E o quanto Jordan sabia sobre esse Comitê de Incentivo Global? Por que era tão difícil descobrir para que isso servia? Por que era tão na surdina?

            Eu quero mesmo saber?

            Ele afundou-se na cadeira, seus braços pendurados na direção do chão. O celular parecia pesar uma tonelada.

            — Me escute — disse Cassie. Seus dedos quentes se entrelaçaram em sua mão, escondendo o telefone em seu aperto firme. — Lembra-se de como você ficou bravo com o Shawn quando ele se virou contra o Jordan? Você não quer fazer o mesmo erro. A NTAC é o inimigo. Não pode contar nada disso a eles.

4O University District (comumente conhecido como U District) é um bairro em Seattle, assim chamado porque o campus principal da Universidade de Washingtom (UW) está localizado ali. (N. do. T)

 

 

— Mas o meu pai… — A indecisão torturava Kyle. — Ele é uma cara do bem Casssie. Só quer fazer a coisa certa.

— Sei que é. — Ela adotou um tom mais conciliatório. — Mas ele não vê o mais importante, não como nós vemos. Ele ainda está pensando como um agente da NTAC, não como um visionário. Ou um shaman. — Ela apertou a mão dele. — Confie em mim, Kyle. Lembre-se quão longe já fomos juntos.

Ela tem razão, ele admitiu. Cassie nunca se enganara antes. Ela o contara como acordar Shawn de um coma, o guiara até as profecias da Luz Branca, o convencera a se juntar à cruzada de Jordan, até mesmo trouxera Isabelle à sua vida, mesmo que brevemente. E se ela também estivesse certa quanto a isso?

Ele não tinha nada a não ser perguntas. Ela tinha as respostas.

— Tem que ficar de boca fechada, Kyle.

 

— Não vou contar a ele se você não contar. — Ele secou as sobrancelhas, feliz que Irene não percebesse como ele estava zangado. Sues dedos batiam nervosamente contra a mesa. — De qualquer modo, sobre esse gasto…

            — Vá em frente — ela o encorajou. — Me fale os detalhes.

            Cassie caminhou pela sala até ficar diante de seus olhos. Inflamáveis olhos esmeraldas sugeriam que provavelmente ele dormiria sozinho essa noite. Parecia que ela queria arrancar o telefone de sua mão e arremessá-lo contra a parede, mas, como não era real, isso não era uma opção.

            — Está cometendo um grande erro, Kyle.

            Ele piscou para a tela a sua frente.

            — Certo, é um pagamento de nove mil dólares, mais alteração, efetuado em dez de dezembro. — Ele respirou fundo antes de fingir que sabia exatamente o que estava falando. — Foi depositado para o Comitê de Incentivo Global.

            Irene nem precisou checar seus registros.

            — Ah, sim. Esse aí. — Para seu alívio, sua menção sobre o misterioso comitê pareceu não levantar nenhuma barreira. Ela parecia ter presumido que ele estava familiarizado com a operação. — Foi um investimento para um terreno no centro da cidade. Um centro de plasma abandonado. Acho que fica perto da antiga estação Greyhound.

            — Verdade! — mentiu ele. — Agora me lembro. — Ele decidiu desligar o telefone antes que acabasse se entregando. — Valeu mesmo, Irene. Te devo uma.

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comentários
  1. Jonas disse:

    Muito bom!

    Cada vez mais suspeito da Cassie…

    Continuem a Tradução!

  2. DOUG disse:

    o mano, sao quantos capitulos nesse livro e no outro?

  3. Guilherme disse:

    Muito bom adorei um capítulo só com o kyle!

    Cassie muito estranha mas ela nao errou até agora neh!

    continue muit bom!

  4. PauloBH disse:

    Cara, continue assim. Trabalho excepcional! A pergunta do Doug foi muito boa: São quantos capítulos neste livro? E quanto ao outro, você vai postar em seguida? Eu sei que é muito abuso ficar cobrando, mas é que sempre fica o medo de acontecer o que aconteceu com a série: parar pela metade… (HEHEHE). Parabens pela iniciativa e pela continuidade.

    • brenooficial disse:

      Esse livro tem 22 capítulos. E quanto ao outro… Provavelmente, eu vou traduzir também, mas vai depender muito do resultado desse… Se as pessoas continuarem lendo e comentando, eu vou postart o segundo livro também! =D

  5. Arielton disse:

    Muito, muito bom.
    Não confio na Cassie, discordo de algumas atitudes do Jordan.
    Eu acho que o Jordan quer “reviver” o Danny, e dá mais um “Passo Adiante”.
    Só que isso, até as pessoas que não queriam tomar a promicina, morreriam.
    E ele sempre dizia que não ia forçar ninguém a tomar. E se ele fizer isso, realmente não será de meu apoio. =P
    Mas enfim…
    Também estou muito curioso para saber, quantos capítulos tem esse livro, e se você vai postar o outro.

  6. felipe disse:

    Perfeito.. Continue sempre o trabalho!

  7. Aline disse:

    Parabéns pela iniciativa !!!!!!!

    Sou mais uma que recém descobriu a série e se decepcionou com o cancelamento.
    O livro tá me salvando. mtmtmtmtmt obrigada!

    Cada vez mais suspeito da Cassie…² nunca confiei nela mesmo….

  8. giulia disse:

    Muito bom o cápitulo!

    Cassie nao confio! Jordan nao confio!

    Kyle amo!

    queria q Isabelle tivesse viva!

  9. Guilherme disse:

    Tbem queria que isabelle tivesse viva!

    só espero que não tenhamos mais mortes nos livros!

    Amanha tem capítulo inédito neh?

    muito boa a tradução!

  10. Vania disse:

    Esta Cassie esta usando Kyle, ela não é boa……sei la tem algo de estranho com ela……estou anciosa pelo o restante dos capitulos…Nossa sera que Richard e seus amigos estão bem……. e o Shaw ???

    Bom agora e so aguardar cenas do proximo capitulo……..
    muito legal

  11. Jonas disse:

    *Esperando Capítulo 14*

  12. kristiang disse:

    fala serio que publicaram os capítulos! Já estava lamentando o final da serie depois de ter baixado no site series-br (www.series-br.com) até a 4 temporada e só então ter descoberto que a série não tinha continuação. O que mais havia gostado em 4400 era que me lembrava um pouco Arquivo X e com uma historia ao que parece bem contruida, mas o fato da serie ter sido cancelada me pegou de surpresa. Ae lendo sobre os 4400 na Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/The_4400) fiquei sabendo que os autores publicaram 2 livros e que os mesmos estavam sendo traduzidos em portugues, ehhhh! Agora tenho que arrumar um tempinho para começar a ler desde o principio… Ae, autor do blog, porque voce não publica os capitulos ja traduzidos no site Scribd (www.scribd.com)? Vlw mesmo pela tradução, parebéns pelo trabalho!

  13. kristiang disse:

    ainda não entendi onde o Jordan quer chegar, sei que quer ‘transformar o mundo’, mais a que preço? Como uma ceita messiânica pode ser desumana (muito comum em nossa historia real) sem levar em consideração o risco de espalhar a promicina entre aqueles que podem não ser compativeis?Entendo que ele pense que toda mudança tem um preço, mas o preço sendo metade da humanidade do mundo me parece muito alto para ser pago…

  14. Camila disse:

    Por favor, alguém poderia me passar o capítulo 12 do livro? Não consegui encontrar, estou desesperada para saber o final da série ! Ótima tradução!

  15. Jun disse:

    Ah, talvez o poder do Kyle seja… não morrer quando tomar a promicina! E a Cassie pode ser ilusão de algum 4400 sob comando do Collier, tentando manipular o Kyle..

    Sei lá, só sei que ela está agindo de forma muuuito estranha pra um simples “lado feminino”.

    Obrigado pela tradução!!

  16. Edyr Oliveira disse:

    É consenso: Cassie é suspeitíssima! Hahaha Não gosto desse discurso de que para se alcançar determinado objetivo é necessário sacrificar pessoas, algo assim… Ou seja, o posicionamento do Jordan é totalmente reprovável. Claro, nesse contexto, devemos questionar, as pessoas do futuro que criaram os The 4400 seriam, realmente, confiáveis? Acho que nessa disputa que The 440 mostra, não há lado do “bem”…

  17. Vinicius Guardia disse:

    hmmmm muito bom

  18. Drika disse:

    Essa Cassie tá muito estranha…

  19. silvana disse:

    não confio nesta Cassie……

  20. Liane disse:

    A Cassie parece mais ser um “implante” dos inimigos do futuro que uma habilidade…

  21. Filipe disse:

    Lembro quando Tom seguiu o Kyle ( quando estava loucão) e teve o contato com o pessoal do futuro la na praia. Disseram que a tentativa de abduzir o Kyle era por que ele seria uma especia e mediador com o futuro. Como ele despertou a habilidade, eu to achando que a Cassie não é uma vidente, mas uma pessoa do futuro que consegue falar com ele ou algo assim.

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