The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 16 traduzido)

Publicado: 3 de abril de 2010 em The 4400

Capítulo traduzido por Helena Padim. Comentem!

DEZESSEIS

 

            A Penitenciária Estadual do Leste se elevava diante deles como se emergisse da Idade das Trevas. Alojada em uma região nobre da Filadélfia e rodeada de bibliotecas, museus e restaurantes caros, a fortaleza em estilo medieval se erguia como um imenso anacronismo de pedra, quase como se tivesse sido colocada no local pelos mesmos viajantes do tempo que haviam recolocado os 4400 na História. Torres de vigilância e muralhas imponentes coroavam sua tenebrosa fachada cinzenta. Janelas seteiras1 escurecidas se debruçavam por sobre a rua abaixo. O musgo subia por suas paredes de trinta pés de altura desgastadas pela ação do tempo. A prisão colossal ocupava um quarteirão inteiro. Holofotes posicionados ao longo da base do portão iluminavam sua fachada de granito. A aparência intimidante da construção era um tanto quanto deliberada, na intenção de instilar o temor a Deus, e um profundo senso de penitência, em todos os que haviam sido levados involuntariamente através de seus portões. “Deixe as portas serem de ferro”, havia instruído um dos fundadores da prisão do século dezenove, “e deixe o ranger, causado pela abertura e o fechamento delas, ser incrementado por um eco que deve trespassar profundamente a alma”.

            Meghan tinha lido algo do tipo. Pelo aspecto do lugar, o Doutor Benjamin Rush tinha conseguido exatamente aquilo que havia pedido.

            Meghan, Marco, Tess e Jed Azul contemplavam a prisão do outro lado da rua. Eles vagavam casualmente pela calçada, evitando a iluminação das lâmpadas da rua. Eram quase onze horas, horário da Costa Leste, mas ainda havia bastante tráfego noturno circulando pela Avenida Fairmount. A limusine deles, fornecida por um dos agentes de Collier na Filadélfia, estava estacionada alguns quarteirões adiante, na Vigésima Quarta Rua. Jed Vermelho estava descansando as pernas ao volante do carro de fuga. Os dois Garritys haviam tirado nos palitinhos qual deles ficaria esperando no carro.

            — Lugar assustador — disse Marco, relatando o óbvio. Como todos os outros, ele usava roupas escuras e à paisana, sem qualquer marca ou insígnia da NTAC. Eles haviam deixado seus distintivos e identificações no avião. Aquela missão era completamente fora das regras. — Quem sabe Drácula tem uma imobiliária no coração da Filadélfia?

1 Seteira (arrow slit) – janela comprida, característica dos castelos medievais, através da qual os arqueiros lançavam flechas para defender a construção dos ataques inimigos.

            — Na verdade, esta era uma área isolada, milhas afastada da cidade — Tess informou a eles. Ela havia designado a si própria a especialista na história da prisão, naquele grupo. — Um pomar de cerejeiras, para ser mais exata. Quando eles construíram a prisão, há quase duzentos anos, não havia nada em volta. Mas a cidade gradualmente se espalhou e a cercou. Esta é uma das razões pela qual ela foi desativada nos anos setenta. As pessoas não gostavam da ideia de ter uma prisão cheia de condenados na vizinhança; mesmo ela tendo sido construída bem antes de eles se mudarem para lá.

            Meghan se perguntava o que os vizinhos achariam do que estava acontecendo dentro da prisão estadual naqueles dias. Se eles soubessem, de fato.

            Ela se virou para Tess.

            — Você está pronta para isto?

            — Na verdade, não — admitiu a garota. — Mas que escolha eu tenho? — ela parecia precisar de um momento para se convencer a seguir adiante. — Nos anos cinquenta, antes de eu ser abduzida, meu pai construiu um abrigo antibomba em nosso quintal, caso os comunistas nos bombardeassem. Nós tínhamos jogos de correr-e-se-abrigar na escola. Eu tinha pesadelos com uma grande guerra destruindo o mundo inteiro… Não posso deixar esses pesadelos se realizarem.

            Meghan se comoveu. Mesmo que a habilidade de Tess ainda lhe arrepiasse os cabelos, estava aliviada por descobrir que a motivação da ex-paciente mental era perfeitamente compreensível. E sã.

            — Não vamos deixar que isso aconteça.

            — Espero que não.

            Tess atravessou a rua, deixando os outros para trás. Um ponto eletrônico em seu colarinho permitia que Meghan escutasse tudo através de um receptor auricular. Ela ouviu Tess engolir em seco e respirar fundo antes de se encaminhar para o imponente portão principal da prisão. Um aviso na porta declarava que o local histórico estava fechado para reforma. Nada mencionava a Haspelcorp.

            — Aqui vamos nós — Tess sussurrou no microfone. Ela bateu à porta de ferro, depois apertou um botão instalado no arco de entrada. Uma campainha soou em algum lugar além do portão.

            Uma câmera de segurança, instalada acima da porta, girou em sua direção. Uma luz branca resplandecente iluminou os degraus da frente, permitindo que fosse vista claramente. Uma voz áspera emergiu do interfone perto do portão.

            — Sim? — a voz perguntou, irritada. Meghan supôs que eles não deviam ter muitos visitantes, especialmente àquela hora. — O que foi?

            Tess olhou firmemente para dentro das lentes da câmera.

            — Estou aqui para o tour.

            — Não há mais tours – a estática falhava em mascarar a impaciência da voz, bem como seu pronunciado sotaque da Filadélfia. – Você não sabe ler, comadre? Este lugar está fechado.

            Tess discordou.

            — Eu quero um tour. Deixe-me entrar.

            O silêncio que se seguiu fez Meghan achar, por um breve instante, que a habilidade notória de Tess havia sido apagada, de alguma forma. Então a colossal porta de aço se abriu com um chiado. Nenhum rangido tortuoso trespassou a alma de Meghan; aparentemente, a Haspelcorp mantinha as dobradiças lubrificadas. Observando do outro lado da rua, ela vislumbrou um guarda uniformizado de pé além do portal. Ele afastou-se para Tess passar.

            — Assim está melhor — ela disse. Virando-se, acenou furtivamente para Meghan e os outros, que atravessaram a rua para juntar-se a ela. Eles vestiram máscaras de esqui antes de entrar no campo visual das câmeras; Meghan tinha convencido Marco a deixar a máscara de Klingon em Seattle.

            Embora estivesse sob o comando de Tess, o guarda ainda parecia alarmado quando os intrusos mascarados correram degraus acima em direção ao portão aberto. Mais parecendo um jogador de futebol americano, o guarda era um jovem musculoso, de compleição rude e cabelos pretos gordurosos. O nariz achatado e a orelha em forma de couve-flor sugeriam que ele havia passado algum tempo nos ringues. Um crachá o identificava como Kozinski. Ele estendeu a mão para a pistola do coldre que levava na cintura.

            — Sem armas — ordenou Tess. — Meus amigos vão se juntar a nós.

            A mão dele se afastou da pistola. A consternação em seu rosto deixava claro que ele estava plenamente consciente do que estava acontecendo.

            — Sua bruxa! O que você está fazendo comigo?

            — Não seja rude — ela o instruiu. — E abaixe a voz. Já te disse, meus amigos e eu queremos um tour.

            A boca do guarda oscilou silenciosamente, como um peixe fora d’água, enquanto sua língua travava uma batalha perdida contra a influência de Tess.

            — Não tenho autorização para isto — ele finalmente conseguiu dizer. Meghan supunha que ele queria dizer algo um pouco mais alto e mais pungente. — Estas são instalações de segurança.

            — Psiu! — Tess estendeu um dedo diante dos lábios. — Apenas faça o que eu mandar.

            O guarda concordou com a cabeça.

            Como se ele tivesse escolha, pensou Meghan.

            Kozinski ficou parado, indefeso, sua face lívida traindo seus verdadeiros sentimentos, enquanto o grupo corria para o interior da guarita. Garrity fechou a porta silenciosamente atrás dele.

            Meghan fez um reconhecimento do local. As fotos que ela havia estudado durante o voo mostravam ruínas dilapidadas e deliberadamente preservadas em um estado de decadência embargada, cheias de reboco esmigalhado, cascalho espalhado e metal enferrujado. Deveria ainda haver árvores crescendo através de alguns telhados.

            Não era o que ela via ao seu redor. A Haspelcorp obviamente havia feito uma boa reforma no interior do prédio. Tinta industrial bege cobria as paredes de granito. Lâmpadas fluorescentes dispersavam as sombras tenebrosas do passado. A estação de trabalho do setor de segurança estava equipada com um grupo de monitores, permitindo que se vigiasse a rua lá fora. Extintores de incêndio e alarmes de fumaça mantinham as instalações dentro das regras. Um aviso de “proibido fumar” fora afixado em uma parede.

            Meghan não vira nenhum cartaz proibindo tortura.

            — Leve-nos até Richard Tyler — Tess instruiu Kozinski. — Rápido.

            Os olhos do guarda se arregalaram à menção do nome de Tyler. Um protesto estrangulado ainda estava preso por detrás de seus lábios fechados. Fervendo de frustração, ele se virou e os guiou além da guarita para a prisão propriamente dita, que havia sido projetada em formato de estrela, com vários grupos de celas partindo de um círculo central. Um caminho coberto, erguido para ocultar da vigilância aérea os novos convidados da prisão, os guiou através de um pátio aberto para outra entrada em arco, que se conectava diretamente ao núcleo. Até onde Meghan sabia, baseada em sua pesquisa, Kozinski estava levando-os na direção certa. Eles caminhavam apressadamente, seguindo o guarda.

            Mas a invasão deles não demorou a ser descoberta. Um alarme ensurdecedor invadiu seus ouvidos. As câmeras de segurança rastreavam seu percurso. Na hora em que eles alcançaram a entrada em arco para a área circular, um trio de guardas armados já havia se mobilizado para defender o centro nervoso da prisão.

            — Já foram longe o bastante! — vociferou um dos guardas. Pistolas e rifles miravam os intrusos. — Deitem-se no chão, com as mãos na cabeça!

            — Quietos! — Tess os silenciou. — Sem alvoroço, por favor. Vocês vão nos ajudar agora.

            Os guardas abaixaram suas armas. Eles trocaram olhares frustrados entre si. Seus lábios esboçavam obscenidades, mas nada audível emergia deles. Veias zangadas saltavam sob suas peles. Eles lutavam incansavelmente, tremendo com fúria inútil. Punhos cerrados se dependuravam ao lado do corpo.

            O controle absoluto da garota sobre os homens tanto impressionou quanto horrorizou Meghan. Graças a Deus ela está do nosso lado… Por enquanto, pelo menos.

            Tess cobriu as orelhas com as palmas das mãos.

            — Alguém poderia, por favor, desligar essa sirene?

            Uma estação de comando circular, cheia de painéis acesos e monitores de vídeo, ocupava o centro da área circular. Os guardas literalmente apostaram corrida até a estação para atender ao comando de Tess. Após alguns momentos, o enervante alarme parou.

            Os ouvidos de Meghan adoraram o alívio, mas ela sabia de que eles já haviam perdido o fator surpresa. Não havia tempo a perder. Reforços certamente já estavam a caminho. Ela rapidamente enumerou as ordens.

            — Garrity, você fica aqui. Assuma os controles e fique de olho nos monitores de segurança — ela sacudiu a cabeça para Tess e Marco. — Vamos buscar Tyler.

            — Mostre-nos o caminho — Tess disse para Kozinski, antes de prover Garrity com reforços inusitados. — Vocês aí, garantam que não sejamos incomodados.

            Contra a própria vontade, os guardas restantes reassumiram suas posturas de defesa. Seriam guardas contra guardas. Isto pode ficar feio muito rápido, pensou Meghan. E sangrento.

            Ela pedia a Deus que estivessem fazendo a coisa certa.

            Kozinski os escoltou até o grupo de celas número sete. Um teto abobadado de trinta pés de altura dava ao corredor um ar de catedral profana. Claraboias geladas revelavam brechas de céu estrelado. Passarelas de metal percorriam a galeria superior. Portas de aço fechadas, equipadas com janelas de observação, impediam a visão das celas individuais. Uma mão recente de tinta verde-oliva pouco contribuía para dispersar a atmosfera opressiva. Seus passos apressados ecoavam surdamente. Revoltas, assassinatos e suicídios tinham sido comuns através da longa história da penitenciária estadual. Não admirava que se acreditasse que a estrutura repulsiva fosse assombrada…

            — Cara, eu não estou feliz de estar de novo aqui — comentou Marco. Seus óculos se sobressaíam sob a máscara de esqui. — Devolvam-me minha Sala das Teorias assim que possível.

            Meghan sabia exatamente do que ele estava falando.

            — Felizmente, nós não vamos nos demorar muito por aqui.

            Kozinski estacou diante de uma porta de metal reforçada, identificada apenas pelo número trinta e três.

            —Aqui — admitiu ele, através das mandíbulas cerradas. Um músculo se contorcia em sua bochecha.

            Vozes abafadas vinham da Cela 33. Era impossível discernir o que estava sendo dito, mas um gemido agonizante era inconfundível. Meghan lembrou-se de Maia descrevendo Tyler sendo torturado. Como de costume, a predição da menina acertara na mosca.

            — Oh, droga — Marco disse. — Está acontecendo agora mesmo.

            Sacudido pelo sofrimento óbvio que acontecia bem atrás da porta, ele correu para o resgate. Meghan agarrou seu braço.

            — Espere. Nós não podemos simplesmente invadir como se fôssemos a cavalaria. Não sabemos o que nos espera lá dentro.

            Ela confiscou a arma de Kozinski e a entregou a Marco.

            — Surpreenda-os.

 

 

            A arma parecia estranha e pesada na mão de Marco. Afinal, ele era um analista, não um agente de campo. Eu deveria estar queimando a mufa na Sala de Teorias com Abby, ele lamentou, e não encenando a versão filadelfiana da tomada da Bastilha!

            Mas Richard Tyler, e bem provavelmente o resto do mundo, dependia de ele entrar em contato com seu James Bond interior… Ou, ao menos, seu Austin Powers2 interior.

            — Está bem. Se eu não der sinal de vida em alguns minutos, mande a cavalaria.

            Seu coração batia tão rápido que ele achava que iria atingir a velocidade da luz. Sua boca parecia tão seca quanto o Arrakis3. Engolindo em seco, ele visualizou a cela de sua breve visita de algumas horas antes. Ele tinha o desenho de Maia arquivado em um telefone celular, juntamente com incontáveis fotos da prisão estadual, capturadas da Internet, mas certamente a cena ainda estava viva em sua memória. Erguendo a arma, ele mergulhou de cabeça em sua tela mental.

            Gerônimo!

            Um segundo depois, ele se transportava para uma cena proveniente do pesadelo de Maia.

            Ryland e Astrid “interrogavam” Richard Tyler, que estava algemado à cadeira no centro da cela. Uma fina camada de gelo cobria o rosto e o corpo do prisioneiro. Ele tremia como vara verde, enquanto seus torturadores pareciam implacáveis. Seus dentes batiam. Seus lábios estavam azuis. Marco se arrepiou só de olhar para ele.

2 Austin Powers – personagem de Mike Myers na trilogia “Austin Powers”, que satiriza os filmes de James Bond, o famoso agente 007.

³Arrakis – deserto fictício da série de livros “Duna”, de autoria de Frank Herbert.

            — Podem parar! — ele ordenou, sacudindo a pistola na direção dos interrogadores atônitos. Ele havia aparecido em um canto nos fundos da cela, de frente para seus adversários. Distorceu sua voz para evitar ser reconhecido por Ryland. Apontar uma arma para seu ex-chefe não era nem de longe tão divertido quanto parecia. — Deixem-no em paz!

            Ryland se recuperou do susto causado pela entrada súbita do mascarado. Ele manteve a frieza.

            — Já está de volta? Você está brincando com a sorte, mas por mim, tudo bem. Nós temos uma cela vazia esperando por você.

            A adolescente magricela encarou Marco. Ele já a havia identificado, pela descrição feita por Maia, como Astrid Bonner, uma garota de cabelos encaracolados que havia sido capturada pela NSA várias semanas antes do cinquenta/cinquenta. Sua ficha a descrevia como uma fugitiva adolescente com uma longa lista de delinquências juvenis, incluindo assalto, vandalismo, furtos e sequestro; um psiquiatra oficial a havia diagnosticado como detentora de tendências sociopatas extremas. Uma candidata perfeita para a Haspelcorp, em outras palavras.

            — Eu não gosto de ser interrompida — ela disse friamente. Pequenos anéis de névoa pontuavam cada sílaba.

            O gelo derretia em Tyler à medida em que ela voltava a atenção para Marco. Antes que ele pudesse impedi-la, ela se adiantou e bafejou sua arma. Uma camada de gelo instantaneamente cobriu o aço soldado, que tornou-se frio o suficiente para queimar a mão de Marco. Entrando em pânico, ele tentou puxar o gatilho, mas este também estava solidamente congelado. Nada aconteceu.

            Droga, pensou Marco. Estou ferrado.

            Refrigerar coisas não era o único talento de Astrid. Um golpe e um chute revelaram habilidade para lutar também. O chute arrancou a arma congelada das mãos de Marco. Esta bateu no chão com um barulho muito alto. Olhos azuis glaciais o atingiram como pedras de gelo. Lábios finos azuis se ergueram em um melancólico sorriso.

            — Você acha que está tendo calafrios agora? — ela bafejou. — Espere até chegarmos ao zero absoluto.

            Mesmo com toda a sua genialidade, ele só conseguia pensar em uma coisa a fazer.

            — SOCORRO! — gritou a plenos pulmões. 

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comentários
  1. Pâmela Thaís disse:

    Nossa! Coitado do Marco…
    To supercuriosa pra saber o que vai acontecer com ele!
    Isso ta ficando melhor a cada capitulo!

  2. kristiang disse:

    putz, esse capitulo voltou para a prisão do Tyler e não esclareceu o que aconteceu com a Diana e Tom no banco de plasma… Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, haja coração!

  3. Arielton disse:

    Caraca!! Muito bom! To louco pro próximo *–*
    Muito bom, muito bom mesmo. E essa Helena Padim, que nunca aparece? ‘-‘
    Muito boa a tradução.

  4. brenooficial disse:

    A Helena aparece sempre na comunidade do orkut, onde ue divulgo o blog. =D

  5. Caio Massa disse:

    Caraca!
    Quero ler mto o proximo!
    Muito bom

  6. Paulo disse:

    Confesso que ainda não li os últimos dois capítulos, mas vou escrever só pra dar meu apoio ao trabalho de vocês. Por favor, não parem com as traduções. Muito obrigado por permitir que os fâs brasileiros finalmente possam acompanhar o final da série.

  7. Guilherme disse:

    Muito bom!

    Só senti falta de outras histórias mas essa foi muito boa!

    Parabens Helena!

    E já temos que começar a campanha para a tradução do segundo capítulo!

  8. isa disse:

    Acabei de assistir o último episódio da quarta…que trsitezaaa =/
    Ainda bem que vocês existem!!!
    heheheh
    eu li em um blog que a CBS estaria gravando a quinta temporada pro final de 2010…será que é verdade??
    Muito bom o seu blog, parabéns!

    • kristiang disse:

      onde vc viu isso? tem fonte? se sim, será que seguiriam o livro ou iriam conforme a opinião pública??? pra ser sincero, estou gostando de ler os livros, porque é mais detalhado e está seguindo o que pensava da continuidade da serie. Já não sei se quero a gravação das 5 e 6 temporadas, rsrsrs

  9. Vania disse:

    Caraca, na melhor parte termina……..rsrsrsrrsrs

    Estou ansiosa pelos proximos capitulos…. tadinho do Marco…..quem ira socorre-lo (chapolim colorado) rrsrsrsr brincadeira
    Espero que o pessoal consiga se salvar e salvar Tyler, e não esquecendo do Tom e a Diane que tbm estão presos.
    Entre outros…..acontecimentos….

  10. giulia disse:

    Como sempre um ótimo capítulo!

    Parabens! Vinícius e Helena!

  11. Aline disse:

    Ai que meda.

    A Vania tem razao, agora só o Chapolim…. hahahha

    todo mundo fu** ao mesmo tempo.

    mt bom capitulo. vamo q vamo!!

  12. Stan FERNANDES disse:

    muito bom! \o/

  13. Tryxia disse:

    Esse livro tá maravilhoso…mas essa letrinha azul claro tá osso de ler!!!

  14. Jun disse:

    Ahhh, a Tess e o Marco são demais!! E Garrity que virou dois, mas nenhum dos dois faz nada.. hehe

    Sobre a letrinha azul, é só selecionar o texto que fica bem fácil de ler!

    Obrigado pela tradução!

  15. Edyr Jr. disse:

    Hahahaha Já ia reclamar também da letrinha azul… Muito ruim de ler… 😀 Poxa, marco! Tens que colocar em prática os filmes que assistes hahaha Do lado de fora da cela do Tyler não tem ninguém que possa ajudar ele e nem o Marco… Conseguiria a Tess? Não sei! Só se a chefe do NTAC surpreender com a habilidade dela. Vamos acompanhar! ^^

  16. Vinicius Guardia disse:

    não consigo parar de ler! heheh, assim como não conseguia parar de assistir! haha

  17. Drika disse:

    Que sinuca! Estou ansiosa pelo próximo capítulo.

  18. mANDY disse:

    Estou viciada…cada dia fica mais intrigante a trama…não parem.. 🙂

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