The 4400 – Welcome to Promise City (Capítulo 21 traduzido)

Publicado: 8 de maio de 2010 em The 4400

Hey, guys… Aí vai o capítulo 21, traduzido por mim. Não esqueçam de comentar, pois esse é o penúltimo capítulo e o segundo livro só será postado se houverem comentários. =D

Enjoy!

VINTE E UM

 

— JÁ CHEGA — DISSE Richard a Jordan.

            A luz do sol brilhava através das grandes janelas de vidro da casa do lago. A temperatura estava acima de 23 graus, mas Richard não pensava em tirar sua blusa. Já haviam se passado dias desde que fora resgatado da prisão em Filadélfia, mas ele só estava começando a sentir-se aquecido novamente.

            — Sinto muito em ouvir isso — disse Jordan. Ele se recostou contra o sofá, enquanto Richard permanecia olhando-o. Xícaras fumegantes de chá de menta descansavam na mesa de centro entre eles. Os guardas de Jordan estavam do lado de fora da sala. A conversa era estritamente entre os dois homens. — Pelo que eu entendi, um dos Marcados ainda está à solta. O produtor de filmes, George Sterling.

            Isso era verdade. No momento em que Richard arrombara telecineciamente a passagem secreta, Sterling já havia escapado há muito. Seu sumiço misterioso, seguido do “ataque terrorista” ao Castelo Wyngate, se espalhara pelos noticiários durante dias. Ninguém, incluindo os paparazzi, o havia visto desde então.

            — Outra pessoa terá que encontrá-lo para você — proferiu Richard. — Já fiz minha parte.

            O massacre no castelo, acima do banho de sangue na prisão, fora a gota d’água. Ele não gostava do que sua vida havia se tornado. Não gostava do que ele estava se tornando. Não é o que Lily iria querer, percebeu. Ela viu algo melhor em mim.

            — Mas e a Isabelle? — lembrou-o Jordan.  — Esqueceu-se de quem matou a sua filha?

            — Não — respondeu ele. — Mas matar mais pessoas não vai trazê-la de volta. Pessoas demais pagaram o preço pela minha vingança. Sanchez, Evee, Yul, Garrity, aquela garota na prisão… — Ele balançou a cabeça. — O preço é muito caro.

            — Mas e o preço de deixar os Marcados à solta? — insistiu Jordan. Ele não era o tipo de homem que levava um “não” como resposta facilmente. — Precisamos eliminá-los de uma vez por todas.

            — Precisamos mesmo? — desafiou-o Richard. — Isso é outra coisa. Aquela mulher da NTAC, Meghan Doyle, me contou que é possível curar os Marcados sem matá-los. — Ele não ficara feliz em saber daquilo. — Você se esqueceu de mencionar isso antes.

            Jordan franziu o rosto.

            — Tive minhas razões.

            — Claro que teve. Mas duvido que elas são boas o suficiente para mim.

            Jordan soltou um suspiro.

            — Vejo que não há como dissuadi-lo. Suponho que não eu devia ficar tão surpreso. Você sempre foi um homem consciente. — Ele levantou-se do sofá. — Antes que vá, no entanto, tenho um presente para você.

            Um presente? Richard sentiu uma pontada de apreensão. Mesmo que beneficente, Jordan sempre tinha um motivo escondido. Suas bênçãos sempre vinham com alguma coisa anexada.

            — Que tipo de presente?

            — Você verá. — Jordan caminhou pela sala e abriu uma porta para um corredor ao lado. — Por favor, mande Willard entrar.

            Richard se preparou para uma traição. Ele não esquecia a acusação de Ryland de que Collier havia armado aquela surra em Virginia secretamente. Considerara perguntar a Jordan sobre isso cara a cara, mas de que adiantaria? Não havia como saber qual dos homens dizia a verdade. Ambos eram extremamente sem compaixão para serem confiáveis.

            Ele testou sua telecinese invocando uma xícara de chá da mesa. O inibidor de Ryland se dissipara rapidamente, como os Marcados haviam descoberto para seu desgosto. Pelo menos posso me defender se precisar.

            — Quem é Willard?

            Um homem magricela e sorridente adentrou a sala. Um rabo de cavalo prateado pendurava-se pelas suas costas. Óculos antiquados descansavam em seu nariz. Ele vestia um largo poncho de crochê por cima de uma camiseta de manga comprida e jeans. Suas sandálias faziam barulho ao baterem no chão de madeira resistente.

            — Conheça Willard Trice — disse Jordan. — Willard é um escultor forense talentoso, atualmente empregado no Departamento de Polícia de Seattle para reconstruir os rostos de vítimas de assassinatos. Nos anos 80, ajudou a identificar do Assassino de Green River¹. Ele costumava trabalhar com cera e argila, mas, desde o Grande Passo Adiante, encontrou um jeito mais recompensador.

¹Gary Leon Ridgway, conhecido como o Assassino de Green River, é um serial killer americano. Matou inúmeras mulheres em Washington nos anos 80 e 90.

 

 

            Richard esperou Jordan chegar ao ponto.

            — Muito interessante, mas o que isso tem a ver comigo?

            — É muito simples — disse Jordan. — Willard vai te dar um novo rosto.

            — Como? — Richard não tinha certeza se ouvira bem. — Um novo rosto?

            — Para uma vida nova em folha, a salvo da lista dos mais procurados. — Jordan parecia se divertir com a reação assustada de Richard. — Estou falando sério. Willard pode moldar carne e osso tão fácil como ele moldava argila. Pode rapidamente lhe dar uma nova identidade, se estiver interessado.

            — Melhor que cirurgia plástica — vangloriou-se o escultor. — E muito menos doloroso.

            — Eu confesso — divulgou Jordan. — que pretendia usar o dom de Willard para ajudá-lo a continuar seu trabalho sem ser reconhecido, mas acho que pode servir como um presente de despedida também. — Ele colocou uma mão no ombro de Richard. — Você já sofreu bastante, Richard, algumas vezes por minha causa. Permita-me consertar as coisas antes que tomemos caminhos separados.

            Richard pensou sobre isso. Tinha que admitir que não queria viver o resto de sua vida se escondendo. E graças à sua façanha em Roma, agora era um fugitivo internacional.

            Ele observou as mãos de Willard com cuidado.

            — Machuca?

            — De maneira alguma — prometeu o artista. — O processo amortece os nervos enquanto o tecido está sendo remodelado. — Ele se aproximou e estendeu as mãos na direção do rosto de Richard. — Pense nisso como um botox psíquico.

            Richard hesitou quando os dedos quentes do artista tocaram suas bochechas. Começou a recuar, mas então pensou melhor. Enquanto tivesse esse rosto, sempre estaria olhando por cima do ombro por causa de Ryland, Sterling e pessoas como eles. Talvez Jordan tivesse razão, e essa fosse a melhor chance para um recomeço.

            — Vá em frente.

            — Bom homem — disse Willard com aprovação. — Não vai demorar muito.

            Dedos calejados, fortes por lutarem com argila durante anos, começaram a massagear o rosto de Richard. A princípio, parecia estar apenas explorando a superfície e os contornos do semblante magro de Richard, mas então, com um pouco de perturbação, o osso e o tecido começou a mudar e a escorregar sob seu toque. Um som úmido e caudaloso afastou os nervos de Richard enquanto Willard furava e apertava seu rosto, que de repente parecia ter a consistência de massinha de modelar. Era fácil imaginar a carne mole caindo ao chão. E se Willard mexesse muito nas coisas? Eu poderia terminar parecendo um Homem Elefante… ou pior.

            — Gostaria de um espelho? — perguntou Jordan.

            — Não! — disse Richard abruptamente. Os sons e a sensações já eram ruins o suficiente. Ele não precisava ver seu rosto se transformando em algum tipo distorcido de trabalho em progresso. Era tarde demais para desistir agora. Tinha que deixar o artista terminar, ou passar o resto da vida parecendo uma escultura de cera derretida.

            Willard assobiava enquanto trabalhava. Ele claramente gostava de sua profissão. Richard demorou um pouco para entender.

            “Rosto engraçado.”

            O processo parecia durar uma eternidade. Justo quanto Richard pensava que não podia aguentar mais, no entanto, Willard deu um passo atrás para admirar seu trabalho.

            — Excelente — declarou ele, sem modéstia. — O meu melhor até agora!

            Richard examinou seu rosto. Parecia sólido o suficiente, graças aos céus. A boca, o nariz e os olhos pareciam estar nos lugares certos, mais ou menos, mas tudo parecia subitamente diferente. Esse é mesmo o meu queixo?

            Jordan estendeu um espelho de mão.

            — Dê uma olhada, Richard. Não há o que temer.

            É fácil pra você dizer, pensou Richard. Ele aceitou o espelho nervosamente, então se preparou para o que estava prestes a ver. Sua boca secou. Ele respirou fundo e olhou para o espelho.

            O rosto de um estranho o olhou de volta.

            O reflexo pertencia a um homem de boa aparência, cujas feições eram mais largas e lisas que as de Richard. As linhas de preocupação haviam sido apagadas, dando-lhe uma aparência mais juvenil. Suas orelhas estavam menores e mais próximas dos lados de sua cabeça. Uma mandíbula quadrada apresentava uma fenda distinta. Até mesmo seus olhos pareciam um pouco mais distantes.

            Nem mesmo Lily o teria reconhecido.

            — Em questões de dias, uma nova identidade e os papeis de viagem estarão prontos — afirmou Jordan. — Terá que ter cuidado quanto à deixar impressões digitais e DNA para trás, mas com um novo rosto é improvável que isso seja um problema.

            Richard pensou que ele podia manter-se discreto para evitar complicações.

            — Obrigado — disse ele a Jordan e a Willard. — Sou grato por isso.

            A curiosidade apareceu nos olhos de Collier.

            — O que vai fazer agora, Richard?

            — Recomeçar, eu acho. Apenas encontrar paz e tranquilidade em algum lugar.

            De preferência, um lugar quente. Havaí, talvez, ou Jamaica.

            — Te desejo sorte, Richard. Mesmo. — Jordan sorriu pesarosamente. — Deve pensar, no entanto, que pode não ser possível um bom refúgio.

            Richard franziu as sobrancelhas.

            — O que quer dizer com isso?

            — Só que esses são tempos voláteis. Um conflito épico está se formando, um que irá determinar o destino deste planeta. — Jordan clamava ter testemunhado tal luta em primeira mão durante sua breve viagem pelo tempo. — O futuro te escolheu para desempenhar um papel nessa luta, junto com o resto dos 4400. Francamente, e me perdoe por dizer isso, eu duvido que você seja capaz de se afastar do combate para sempre.

            Richard torcia que, pelo menos uma vez, Jordan estivesse errado.

 

— Me dê esse BlackBerry — disse Diana à sua filha. — E, a propósito, você está de castigo pelo resto do mês.

            Maia olhou por cima de seu smartphone, consternada. Ela estava sentada no balcão da cozinha em casa, mandando mensagens para seus amigos enquanto devorava uma bandeja de macarrão com queijo feita no micro-ondas. Um amarelo amanteigado dava à cozinha um ar mais animado. Ímãs colavam lembretes escolares à geladeira.

            Ela apertou o telefone.

            — Por quê?

            — Não sei — respondeu Diana sarcasticamente. Ela se preparou para a briga que viria, que viera adiando já havia dias. — Talvez porque tenha ido direto ao Jordan Collier com sua última visão. E acredito que não foi a primeira vez.

            Um lampejo de culpa passou pelo rosto de Maia, seguido de um beicinho carrancudo.

            — Quem me dedurou? Meghan? Marco?

            Diana não queria que Maia culpasse alguém a não ser ela mesma.

            — Eles só estão preocupados com você, querida. Porque eles se importam. — Ela sentou-se do outro lado do balcão. — Essas coisas nas quais está se metendo são perigosas. Aquela mensagem que mandou ao Jordan… Pessoas se machucaram, e até morreram, por causa dela.

            — Mas eu salvei o mundo, não salvei? — protestou Maia. — Eu impedi uma guerra. — Ela golpeou o macarrão com o garfo. — O futuro me escolheu com uma razão. O Jordan sabe disso. Por que não me deixa participar de tudo o que está acontecendo?

            Porque não quero que termine como Kyle Baldwin, pensou Diana. Ela vira como o Movimento de Collier se interpusera entre Tom e seu filho. E como Kyle ficara devastado com o que fora forçado a fazer no centro de plasma na outra noite. Ele parecia uma alma perdida quando saíra se arrastando para a chuva depois de ter matado aquelas pessoas, rejeitando o amor e o apoio de Tom. Ela achava que a parte dele naquele derramamento de sangue, acima de tudo o que já fizera a serviço de Collier, iria deixar cicatrizes em sua alma pelo resto da vida. Sua vida estava desmoronando por causa de sua relação com o Movimento, isso sem mencionar sua relação com o pai.

            Não deixarei que isso aconteça com a Maia, prometeu ela. Mesmo que isso a faça pensar que eu sou a pior mãe da história do mundo.

            — Porque eu sou sua mãe e estou dizendo. — Ela se inclinou e pegou o BlackBerry. — Um mês. Sem exceções.

            — Que se dane! — Levantando-se com atitude adolescente, Maia derrubou o banquinho e disparou na direção de seu quarto. Ela parou na soleira da porta para mais uma tentativa. — Você não pode me impedir, sabe. Eu vou fazer o que tenho que fazer.

            Diana ficou parada. Colocou as mãos em seus lábios.

            — Isso é uma visão ou uma ameaça?

            — Espere e veja — disse Maia.

            Ela bateu a porta do quarto atrás de si.

 

Kyle estava deitado acordado olhando para o teto. A tela do seu relógio despertador marcava 4:20 da manhã. Ele estava se mexendo e se virando há horas, incapaz de cair no sono. Lençóis suados enredavam-se em seu corpo. A fatiga o deixava para baixo, e ele se sentia mais morto do que vivo, embora o sono fosse elusivo de um modo frustrante. Nunca se sentira tão cansado.

            — Outra noite ruim, amor?

            Cassie se materializou na cama ao lado dele. Ela arrastou-se até ele por debaixo dos lençóis. O calor do corpo dela não adiantou muito para afastar sua miséria.

            — Só não consigo dormir — gemeu ele. — Por mais que eu tente.

            Isso estava se tornando uma provação noturna. Ele não tinha uma boa noite de sono desde o terrível pesadelo no centro de plasma. Toda vez que fechava os olhos, se via matando Abby e “Danny”. Suas expressões e olhares agonizantes, seus olhos sem vida o assombravam. Suas mortes violentas o davam nos nervos. Mesmo quando a total exaustão tomava conta, e ele conseguia algumas horas difíceis de sono, revivia as experiências infernais em seus sonhos, várias e várias vezes. O estrondo agudo da arma ecoava infinitas vezes em seus ouvidos. O cheiro desagradável da pólvora da arma queimava seus pulmões. O sangue quente o lavava como uma maré incessante.

            Soluçando, ele jogou o braço sobre os olhos numa tentativa inútil de bloquear as terríveis imagens. A culpa dava nós em seu estômago.

            — Você tem que aceitar o que aconteceu. — Cassie descansava a cabeça no travesseiro dele. — Não empurre. Agarre. Deixe que isso te faça mais forte, mais resistente. Mais como o guerreiro que você precisa se tornar.

            Quem disse que quero ser um guerreiro? Ele virou-se, e seus rostos ficaram separados por poucos centímetros.

            — Mas eu matei duas pessoas, Cassie. Como vou viver com isso? Você não entende? Acabei com a vida deles!

            Isso parecia não perturbá-la.

            — Criação e destruição são dois lados da mesma moeda. Como um xamã, você devia entender isso. Estamos mudando o mundo, Kyle, mas não conseguiremos até que você aceite o sacrifício necessário.

            Uma única geração de sacrifico, em troca do Paraíso. Fora isso o que Abby dissera, citando Jordan, logo antes que ele a matasse. Parecia uma barganha justa, mas ainda assim…

            — Não quero machucar mais ninguém.

            Ela gentilmente afagou o rosto dele. Sábios olhos verdes lhe ofereceram absolvição.

            — Não é assim que funciona, meu amor. Quanto mais cedo aceitar isso, melhor você dormirá.

            No fundo, ele sabia que ela tinha razão.

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comentários
  1. filipe disse:

    nem li esse aindaaaaaa…mais deve ta doo caraiuuuuuuuu
    expectativasss para o fim dessa estoria magnifica
    valeu viniciossssssssssssssssssss
    tu eh o cara memooooooooo!

  2. grilo disse:

    demoro, agora so falta mais um pra encerrar esse capitulo.
    obrigado a todos os tradutores e revisores.
    essa serie foi otima, e fico feliz de pelo menos ler(ouvir) o fim dela.
    obrigado.

  3. Pâmela Thaís disse:

    Tadinho do Kyle… To mega curiosa pra saber como vai acabar o 1º livro!
    O que sera que a Maia vai fazer????

  4. isa disse:

    Otimo capítulo!!
    to louca pra ver o último!!!
    os finais são sempre demaiss
    oq será q maia vai aprontarrr

  5. Silmara disse:

    Obrigadaaaa!! To louca pra começar a ler este capitulo!!! bjo

  6. Arielton disse:

    OMG. G.G
    Tá na cara que Maya vai pro refugio do Jordan(ao menos eu acho).
    Cassie, Cassie…num gosto dela. u.u Ela é do mal H.H
    Apesar de concorda com o MOVIMENTO, e gostar de tudo que Cassie faz, tenho aquele pressentimento de leitor que ela ainda vai fazer algo ruim…
    Ela engana o Kyle, transando com ele, “usando” seus olhos…e sentimento qu e é bom, ela não tem. *-*
    Adogo’

  7. stan disse:

    ahhh…tá tudo muito bom!! pena que já tá acabando…

    aguardando o próximo! =)

  8. Paulo disse:

    aguardando o próximo! =)
    [2]

    muito bom

  9. Van disse:

    Queria ver como ficou ao novo rosto de Tyler…..Concordo com Jordan, de que mesmo com uma nova identidade, ele não consiguira ficar longe do movimento. Mas ainda acho que intenções de Jordan não são tao boas ele esconde muitas coisas, principalmente de Kyle, que o ajudou tanto, mesmo sabendo que ele não concordaria……..
    Jordan não e santo como ele se proclama!!!????
    Maia como qualquer adolecente é rebelde, mas como ela mesma diz ha coisas de que ela não podera fugir, suas visões, e se isto segnifica ajudar alguem 4400 ela ira fazer com ou sem o consentimento de Diane.
    Kyle se sente culpado por ter matado pessoas, mas acho que ele ira se decepcionar mais ainda com Jordan e Cassie….
    Cassie tem um caracter duvidoso, não mostrou ainda tudo a que veio….e se ficara sempre ao lado Kyle nas decisoes que tomar, mesmo sendo contra ao que ela quer…..
    Enfim anciosa para cenas do proximo capitulo……
    E de como terminara este livro…..para depois vir o proximo…….

  10. Roger disse:

    Muito bom esse trabalho de traducao, por favor continuem com essa traducao e postagens.
    ta cada vez melhor !

  11. Aline disse:

    ai meu Deus! tá no fim….

    Não gosto da Cassie. ponto final.
    sei que ela é má, não importam o que digam.

    bem, vamos ver no que vai dar…

    parabéns pela tradução.
    até o proximo capitulo.

  12. Guilherme disse:

    Muito bom cara só falta um!

  13. Aranha disse:

    Cadê o capitulo 20 ? :S:S:S

  14. José Augusto Viana Salgado disse:

    Estou lendo esta bela tradução, porem levanto uma questão: a historia passa do capitulo 19 para o 21 ou foi erro de numeração na sequencia dos capitulos traduzidos? Parabens pela iniciativa pois nos brindam com a continuidade de 4400 que no seriado ficou pelo meio…..

  15. Jun disse:

    Agora sim a personalidade do Richard está batendo! Sempre um cara consciente!

    Maia rebelde… Não sei porque, mas achei engraçado =P

    E o Kyle… Só fica se lamentando. Escolha seu lado na guerra e lute! =/

    Obrigado pela tradução!

  16. Editors disse:

    Maia ligou o botão hard de rebeldia e está na potência quase máxima Hahahaha

  17. Vinicius Guardia disse:

    perfect!

  18. Giovanna disse:

    Não está faltando o capitulo 20?

  19. Daniela disse:

    Parabéns por esta iniciativa!!! Mas, e o capítulo 20? Valeu!!!!!

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