The 4400 – Promises Broken (Capítulo 25 traduzido)

Publicado: 30 de janeiro de 2011 em The 4400

Capítulo 25, traduzido por Vinícius Fernandes. Confiram. É incrível! xD

 

VINTE E CINCO

 

10:14 a.m

 

NÃO IMPORTAVA A DISTÂNCIA que Jordan ficava da batalha desenrolando-se ao seu rodar, ele sentia como se não pudesse ver tudo. Muitas coisas acontecendo muito rapidamente. Pela primeira vez desde que voltara do futuro, ele imaginou se havia se apossado de mais do que podia aguentar.

— Hal, Lucas, Renata — disse ele aos principais membros de sua telepatia gestáltica. —, precisamos de informações sobre aeronaves que se aproximarem.

— Três grupos aéreos de combate avistados até agora — disse Hal, o cego que tinha visão remota. — Um A-10 bombardeiro aproximando-se do porto em Puget Sound. Dez F-22 aproximam-se do nordeste em grande altitude. Do sudeste, dezesseis helicópteros Black Hawk¹ carregado de tropas. Ainda, dois aviões de suporte AWAC².

Virando sua atenção para os vários monitores de vídeo, Jordan avistou uma linha de tanques avançando sobre as pontes que levavam à Terra Prometida pelo leste. Ele soube que uma decisão difícil era iminente.

— Gary? O que está acontecendo lá embaixo?

O jovem e atlético telepata balançou a cabeça e franziu o cenho.

— Alguns desastres, e estamos perdendo território.

Kyle deu um passo a frente, invadindo o espaço pessoal de Jordan.

— Estamos perdendo território porque estamos de mãos atadas — disse ele, com a voz ríspida de raiva. — Mandou nosso pessoal defender-se de modo não-letal e passivo. O Exército tem atiradores atacando nosso pessoal de longe. Se não começarmos a revidar…

— Destrua as pontes — disse Jordan, cortando Kyle.  — Coloque nosso pessoal em segurança, então mande Dieter e Stefka afundarem aqueles tanques no rio.

— É pra já — disse Kyle distanciando-se para executar a ordem.

Embora a ventilação na sala de conferência estivesse fria e o ar condicionado na sua potência máxima, o rosto de Jordan estava quente. Ele limpou o suor de sua testa, então respirou fundo.

Emil, um dos guarda-costas pessoais de Jordan, balançava a cabeça enquanto ouvia alguém pelo telefone, então levantou a cabeça e declarou:

— As barreiras estão impedindo. Tem quase trezentos navios bloqueando a Trigésima Sexta avenida pelo leste e o norte da Rua West Emerson.

— E as pontes ao norte? — perguntou Jordan.

— Sem contato com Ballard, Aurora ou Freemont — respondeu Emil.

Gary resmungou com sarcasmo.

— Nossa, que alívio. Acho que não temos mais nada com o que nos preocuparmos, exceto bombardeio naval, guerra biológica e um possível ataque nuclear.

— Por falar nisso — disse Hal. — Vejo vários navios de guerra ao longe no extremo oeste de Pugent Sound carregando mísseis. Acho que tem muito chumbo vindo em nossa direção.

— Tudo bem — disse Jordan, dando o melhor de si para exalar calma e confiança à sala lotada de pessoas que o olhavam em busca de liderança. — Nos preparamos para isso. Avise a todos na equipe de defesa aérea que se aprontem.

Mensageiros telepáticos e assistentes com celulares enviaram avisos para sentinelas postados nos telhados e em lugares escondidos por toda Terra Prometida. Muitos das sentinelas eram eletrocinéticos, com habilidade desde campos de força que atrapalhavam sinais à rompimento magnético.

Jordan esperava que com a ajuda de outros telepatas gestálticos e o guiamento de diversos clarividentes, os guardiões eletrocinéticos da Terra Prometida fossem rápidos e fortes o suficiente para impedir um ataque de míssil, porém lembrou-se de um conselho habitual de seu amigo ex-exilado Richar Tyler: espere pelo melhor, mas planeje o pior.

Ele suspirou e arrependeu-se por não ter a experiência militar de Richard num momento tão crucial para o Movimento. Para seu desgosto, ele sabia que não havia outra pessoa a culpar pela ausência de Richard exceto a si próprio. Para impedir os Marcados, Jordan pressionara-o para torná-lo algo que não era: um assassino. Não demorara muito para que Richard abandonasse a tarefa – e, consequentemente, sua associação com Jordan.

Mas isso era passado. Jordan tinha que se concentrar no presente.

Talvez devesse ordenar um ataque preventivo contra os navios com mísseis, pensou. Não para destruí-los, mas para desarmá-los. Seria mais fácil do que interceptar mísseis em curso… Ele estava prestes a dar a ordem quando ouviu Maia soltando uma exclamação.

— Parem! — gritou ela, silenciando o murmúrio e vozes na sala de reuniões. — É uma armadilha.

Acenando para que todos ficassem quietos, Jordan perguntou:

— O que é uma armadilha, Maia?

— Tudo — choramingou ela. — Os navios, os aviões, os soldados. Esse não é o ataque! — Ela apontou para o teto. — O verdadeiro ataque está vindo de lá.

Todos olharam para cima, exceto Kyle, que virou-se aparentemente ouvindo seu oráculo invisível. Então também mirou o teto revelando a expressão de terror em seu olhar.

— Um satélite! — gritou. — Cassie diz que o ataque vem da órbita, e o alvo somos nós!

— Evacuem o prédio! — bramiu Jordan. — Hal, Lucas, Renata! Preciso de vocês comigo. — Virou-se pra Gary. — Vá com o Kyle e deixe Maia em segurança.

Gary assentiu e seguiu Kyle até a porta, onde esperou que Maia o alcançasse. Então ele a pegou pela mão e a levou pelo corredor carregado de gente correndo para as escadas.

Jordan olhou para seu trio de especialistas gestálticos.

— Há alguma chance de pararem o satélite? — perguntou.

— Se puder me apontá-lo — disse Renata. —, posso tentar fritá-lo antes que dispare.

— Encontrá-lo será difícil — disse Hal ajustando seus óculos escuros de lentes grossas.

Segurando-os pelos ombros, Jordan disse:

— Tente. Logo.

Lucas aproximou-se e deu as mãos a Hal e Renata. Os três abaixaram a cabeça e concentram-se.

— Vou procurar — disse Hal, sua frustração evidente. — Mas não sei por onde começar. O espaço é muito vasto… muito vazio.

— Continue tentando — urgiu Jordan.

Balançando a cabeça, Hal respondeu:

— Sinto muito, tudo parece igual. Não tenho ponto de referência, nenhum lugar para começar.

Kyle adentrou novamente a sala de reuniões e avisou Jordan, com urgência:

— Noventa segundos!

Mesmo Jordan tendo grande medo da tendência sanguinária de Cassie, ela nunca errara antes, e ele não ia testá-la agora.

— Já chega — disse ele empurrando o trio de gestálticos para a porta à sua frente. — Corram!

 

10:22 a.m

 

O capitão Arthur Desmond, o comandante oficial da aeronave americana Abraham Lincoln, estava de pé no centro obscurecido, porém fervilhando de pessoas do Centro de Direção de Combate. O compartimento estava mergulhado num brilho azul que era quebrado a intervalos regulares pelas telas brilhantes dos monitores que variavam de um verde-escarlate à um vermelho-sangue.

O chiado de conversas por rádio pairava no ar e juntava-se ao zumbido baixo de pessoas que falavam suavemente usando fones de ouvidos individuais.

Desmond postava-se calmamente, esperando a confirmação final das ordens finais. Em uma divisão com monitores de telas planas, a tela central mostrava uma imagem por satélite do centro de Seattle, sobre o qual fora implantado uma visão em três dimensões do alvo gerada por computador.

A comandante Serena Hass, oficial executiva do navio, inclinou-se por sobre o oficial de comunicação. Ela acenou enquanto o jovem encarregado terminava de entregar seu relatório, então cruzou o compartimento apertado até ficar ao lado de Desmond.

— O departamento de táticas confirma que todas as unidades estão em posição, e a resolução do alvo é clara. O Comando Espacial verificou que o satélite está pronto, e que temos tudo sob controle.

— Obrigado — disse Desmond. Do painel à sua frente, ele pegou um telefone que tinha linha direta com o Pentágono. — Almirante Kazansky?

Prossiga, capitão — respondeu o chefe da Marinha.

— A Força Aérea confirma estar pronta para o ataque, senhor. Estamos esperando a confirmação final da ordem.

Aguarde na linha — disse Kazansky. Demorou apenas alguns segundos até que o almirante transmitisse o pedido para a Casa Branca.

A próxima voz ao telefone era uma que Desmond esperava nunca ouvir:

Capitão, aqui é o presidente. Acione a arma.

— Sim, senhor presidente. Liberar Abraham Lincoln. — Desmond desligou o telefone, virou para sua oficial executiva e disse: — Vá em frente.

Hass acenou para o oficial de ações táticas, que falou com o encarregado das armas, que pressionou um único botão em seu painel, liberando uma explosão de dez segundos de um laser de energia postado em um satélite em órbita, muito acima do planeta.

Uma palavra dita… um botão pressionado… um jato de luz.

E um prédio desapareceu.

 

Um elevador executivo levou Jordan e seus conselheiros seniores ao térreo do edifício Collier menos de trinta segundos depois que deixaram a sala de conferências. Enquanto o grupo reduzido apressava-se para sair do prédio e corria degraus abaixo saindo na rua Cherry, o céu azul sem nuvens acima deles explodiu.

Uma espada de fogo vinda do alto lançou-se para baixo, brilhando mais que o sol, e martelou o centro do arranha-céu atrás deles. Fogo irrompeu de cada janela e encheu o térreo. O chão tremeu, e a praça em volta do edifício rompeu-se: partes dela soltaram-se para cima, outras afundaram.

— Corram! — ordenou Jordan, liderando seu povo pela rua, através da praça a céu aberto da Prefeitura de Seattle.

As calçadas estavam lotadas de pedestres e as ruas entupidas de carros cujos motoristas olhavam para o alto, boquiabertos diante do espetáculo acima deles, chocados demais para se darem conta de que deviam procurar abrigo antes que fosse tarde demais para fazê-lo. Os destroços em chamas caíam em meio à um tempestade de vidros quebrados, alguns em cacos tão grandes que perfuravam os observadores imóveis.

Uma explosão ensurdecedora derrubou Jordan e sua turma no chão de concreto coberto de cacos de vidro e os cobriu de estilhaços. Lutando contra suas palmas sangrentas para que se levantasse, ele ouviu às suas costas os primeiros estrondos de morte do arranha-céu, que começou a implodir de cima a baixo.

— Vão! — berrou Jordan para o seu povo, acenando para eles.

Gary pegou Maia e carregou a adolescente assustada enquanto corria a sudoeste pela praça em meio a centenas de civis que fugiam em direção à Rua James. Emil guiava o cego Hal, Lucas carregava uma Renata ferida e ensanguentada, e Kyle flanqueava Jordan.

A queda da Fundação Collier ficou mais rápida. Enquanto o prédio desaparecia dentro de si mesmo, uma nuvem de cinzas escuras e fumaça formou-se ao seu redor e espalhou-se pelo lado de fora.

Não vamos conseguir, percebeu Jordan quando olhou para trás e viu o nevoeiro negro caindo sobre ele.

Então algo invisível o agarrou, e ele viu seus amigos serem puxados rapidamente em sua direção pela mesma força que o atingira.  Demorou um momento para perceber que era obra de seu guarda-costas Emil, que usara sua habilidade telecinética para puxar todos mais próximos.

O jovem levantou os braços e juntou os dedos acima de sua cabeça, formando um V de ponta-cabeça.

Enquanto a enxurrada de concreto pulverizado, metal destruído, cacos de vidro e pó caía, ela atingia a barreira psicocinética acima de sua cabeça e caía para a esquerda e para a direita da escadaria da rua James, deixando Jordan e os outros encolhidos sob uma redoma segura.

Todo o cheiro que Jordan sentia era gasolina e fumaça. Poeira e pequenos cacos de vidro picavam seus olhos, e o mundo inteiro parecia abafado como se estivesse embaixo d’água. Seus olhos marejaram-se de lágrimas para limparem-se, então ele piscou sentindo a dor e olhou para trás.

Uma montanha ardente de escombros assomava-se acima dele. Não havia nem sinal do arranha-céu que ele proclamara como sua sede há apenas alguns meses antes nem da Prefeitura de Seattle. Onde antes ele vira ruas congestionadas de carros, agora só via concreto destruído e aço distorcido.

Emil estendeu a mão a Jordan para ajudá-lo a levantar-se. Olhando através da neblina escurecida, ele viu que Kyle, Gary, Maia, Hal, Lucas e Renata ainda estavam ali. Assim como ele, os outros também estavam cobertos de poeira e tossindo.

Apertando a mão de Emil, Jordan disse:

— Bom trabalho. — Embora o jovem não tivesse demonstrado a mesma precisão com sua habilidade que Richard Tyler mostrara, ele acabara de provar que certamente podia igualar-se a Richard.

Jordan virou-se para os outros.

— Estão todos bem?

Lucas, que estava ajoelhado ao lado de Renata – que sangrava e arquejava -, olhou para cima e respondeu, numa voz pesarosa:

— Não.

Gary, Kyle e Maia juntaram-se em frente a Jordan.

— Não estou sentindo muitas mentes por perto — disse Gary. — Além de nós, diria que apenas umas duzentas pessoas conseguiram sair vivos.

O rosto de Kyle era um retrato de fúria.

— Havia milhares de pessoas lá — disse. — E quem sabe quantas mais na Prefeitura, na rua e nos outros prédios? — Ele segurou o braço de Jordan. — Nós os avisamos para não atacar. Agora é hora de fazê-los pagar. Uma palavra sua e podemos apagar do mapa qualquer cidade que quiser: Nova York, Washington, Boston. Só diga qual.

Jordan soltou-se do aperto de Kyle em seu braço.

— Tenho uma idéia melhor. Sigam-me. — Andando na direção de Lucas, Hal e Renata, ele continuou: — A maior força do Exército Americano está na sua rede de informações. Mas uma força pode tornar-se uma dependência. E uma dependência é uma fraqueza.

— Ele ajoelhou-se e segurou a mão de Renata. — Me perdoe, mas preciso pedir que faça uma última coisa.

A moribunda respondeu com a boca cheia de sangue e pó:

— Qualquer coisa.

Ele olhou para Kyle.

— A Cassie consegue nos dizer onde fica o controle do satélite que nos atingiu?

— Uhn… — respondeu ele, recuando um pouco ao se tornar o centro das atenções. Franziu o cenho ao desviar o olhar e virar-se de lado para Jordan. Então sua confiança voltou, e ele deu meia-volta para encarar o grupo.

— Um carregador de aviões na Costa do Pacífico, vinte e cinco milhas náuticas a oeste do Estreito de Juan de Fuca.

— Diga a ela que agradeço — disse Jordan. Para o trio gestáltico, ele continuou. — Quero que os três encontrem esse carregador. Renata, o computador do avião ainda pode ter um link com o satélite que nos atingiu e, através dele, com a rede de todos os satélites da América. Faça o que puder para entrar nele.

Ela consentiu.

— Vou tentar.

Lucas, Hal e Renata deram-se as mãos, baixaram as cabeças e fecharam os olhos. Jordan, Kyle, Gary e Maia juntaram-se ao redor deles enquanto estes comungavam.

— Vejo o navio — disse Hal. Seus óculos escuros estavam quebrados, revelando os olhos cegos mirando diferentes direções. — Encontrei o capitão. Ele está no centro de comandos.

Renata tossiu um jato de sangue, então disse:

— É esse o lugar. Estou passando pelos computadores. — Ela respirava com dificuldade e as exalações tinham um som molhado. — Ainda estão ligados ao satélite.

— Ao que nos atacou? — perguntou Jordan.

— Sim — disse ela com a voz fraca. — Ainda posso ver a ordem no histórico de atividades. A arma está recarregando.

Abaixando ao lado dela, Jordan sussurrou em seu ouvido:

— Ele está ligado a outros satélites?

A voz de Renata tornou-se débil e monótona.

— Está ligado a alguma coisa. Posso segui-la… — A cor desaparecia de seu rosto. — É o Centro de Comando Espacial Americano no Pentágono.

— É isso o que estávamos procurando — disse Jordan. — Agora você pode desativar todos os satélites de uma vez.

A mulher amoleceu, e Jordan viu as mãos dela soltando-se das de Hal e Lucas. Ele a segurou nos braços e a manteve no lugar.

— Renata, por favor, aguente firme. Precisamos que faça isso. Só uma vez.

— São muitos — reclamou ela, como se estivesse falando durante o sono. — Muito grandes.  Não consigo.

— Estamos aqui, Renata — disse Lucas genuinamente. — Hal e eu podemos ajudar você. Use sua força para clarear a mente. Pegue o que precisar de nós.

Respirando lenta e profundamente, Renata pareceu recuperar um pouco de sua concentração e assentiu uma única vez.

— Tudo bem — disse. — Mais uma vez… — Seu esforço era tão grande que seu cenho franziu-se violentamente. — Estou no sistema de comando… Todos os satélites estão conectados agora… E estou mandando ordens de autodestruição. — Ela deu um sorriso maroto. — Até logo, queridinhos.

— Pronto — disse Hal. — Posso ver todos os satélites em órbita. Seus núcleos estão sobrecarregados e estragando seus componentes internos. — Ele acenou satisfeito. — Estão fritos.

Lucas soltou as mãos de Hal e de Renata.

— Terminei a conexão — disse.

Jordan abraçou Renata, cuja vida ele sentia esvaindo-se.

— Você conseguiu — disse ele. — Você aleijou a maior força militar do mundo.

— Bem feito pra eles — disse ela com um sorriso manchado de sangue.

Então soltou um último e silencioso suspiro e amoleceu nos braços de Jordan. Gentilmente ele pousou o corpo dela nos degraus cobertos de cinzas, então pôs-se de pé e encarou os outros.

— Encontre o máximo de sobreviventes que conseguirem. E rápido — disse. — Não temos muito tempo. Precisamos achar um abrigo antes que os soldados venham.

¹O Sikorsky UH-60 Black Hawk, designado pelo fabricante como S-70, é um helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto.

²Um sistema de radar aéreo designado para detectar aeronaves. Usado a grande altitudes, os radares permitem que seus operadores distingam aviões amigos ou inimigos a quilômetros de distância.

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comentários
  1. Paulo disse:

    Boa! Tem algo estranho na digitação do trecho abaixo mas não é problema:

    Enquanto a enxurrada de concreto pulverizado, metal destruído, cacos de vidro e pó caía, ela atingia a barreira psicocinética   bra de seu guarda-costas Emil, que usara sua habilidade telecine direçç este pela praça, demais para fazjjjacima de sua cabeça e caía para a esquerda e para a direita da escadaria da Rua James, deixando Jordan e os outros encolhidos sob uma redoma segura.

    • brenooficial disse:

      Nossa, deve ter acontecido alguma coisa na hora que publiquei no blog… No arquivo aqui no pc tava tudo certinho… Obrigado por avisar… Já arrumei o trecho xD

  2. Mandy Intelecto disse:

    COntinua Breno….Não para …
    Falta só metade!

  3. Alexandre disse:

    A tradução está excelente. Baixei as 4 temporadas e fiquei triste em saber que não teria mais nada até encontrar o seu blog.

    Parabéns… li tudo até agora e estou sentindo falta do shawn

  4. Aline disse:

    .tenso.

    medo do que vem a seguir…

    até a proxima.

  5. Beatriz Machado disse:

    E a Guerra começou…………

  6. Alexandre disse:

    Pensei que o caopítulo 26 estivesse traduzido… não sei se vou acostumar com a idéia de ler um capítulo por semana. Até descobrir o site tinha vários capítulos traduzidos e eu os li quase que de uma só vez.

    Valeu Vinícius e cia

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