The 4400 – Promises Broken (Capítulo 35 traduzido)

Publicado: 4 de maio de 2011 em The 4400

Capítulo 35, traduzido por Vinícius Fernandes.

TRINTA E CINCO

1:53 P.M.

A ÚLTIMA COISA que Tom queria era sair novamente e enfrentar a tempestade de fogo cruzado que se apossara de Seattle. Mas não havia linhas telefônicas ou e-mails disponíveis, e a única coisa que os celulares transmitiam era estática. Ele até tentaria mandar sinais de fumaça se metade da cidade já não estivesse em chamas.

            Já que ninguém mais queria dirigir, Tom acabou atrás do volante de um dos SUVs blindados da NTAC. Agora ele estava desviando de bolas de fogo, balas e dúzias de projéteis aleatórios produzidos telepaticamente em cada bloco enquanto seguia pelas estreitas ruas residenciais de Madrona.

            Era exatamente isso o que queria estar fazendo hoje, pensou enquanto ziguezagueava por entre carros e caminhões em chamas capotados.

            Diana estava equipada com uma espingarda doze, e Dennis estava espremido numa pose desconfortável entre Jed e Marco no banco de trás.

            — Se eu soubesse que pegaríamos a rota cênica, teria trazido minha câmera — disse Dennis, sem esforçar-se para esconder seu mal humor.

            Tom guinou para o lado e passou raspando por um caminhão que bloqueava a rua, então respondeu:

            — Não agradeça a mim, Dennis, agradeça ao Exército. Foram eles que transformaram a interestadual em queijo suíço.

            — Teremos mais espaço assim que entrarmos na Madison — disse Diana, e ela tinha razão. Meio minuto depois Tom fez uma curva tão brusca na Rua East Madison que ele e Jed foram prensados contra as portas do lado do motorista, e apertou Dennis ainda mais entre Marco e Jed.

            O último dos tiros aleatórios ricocheteou pela janela traseira, deixando um pequeno arranhão.

            — Que bom que esse carro tem vidros à prova de bala — comentou Jed. —, senão essa teria sido uma viagem bem curta.

            — Vai ser curta do mesmo jeito — disse Tom. — Acho melhor pensarmos no que dizer ao Shawn antes de chegarmos lá.

            Diana pareceu surpresa.

            — Pensei que você e Shawn estivessem de boa.

            — Nós estávamos, mas… — Ele não sabia como terminar a frase. — Você sabe como são as coisas com família. E o jeito como ele fez o trabalho sujo da Maia na reunião não ajudou muito.

            Dennis inclinou-se para frente.

            — Tenho uma sugestão.

            Vendo a cabeça de seu antigo chefe entre os dois assentos dianteiros encheu Tom com uma vontade de golpear Dennis com uma marreta.

            Que nem um Whac-a-mole humano¹, pensou Tom com um sorriso.

            — Vamos ouvir — disse ele, suspendendo seu impulso malévolo momentaneamente.

            — Sei que pode parecer uma ideia radical, vindo de mim, mas talvez devêssemos contar a verdade ao seu sobrinho.

            Diana lançou um olhar de dúvida para Dennis.

            — Antes que eu possa pensar alguma coisa, o que exatamente você define como “a verdade” nessa situação, Dennis?

            — Contaremos a ele que os Marcados têm uma bomba de antimatéria e estão a caminho para explodir Seattle a não ser que seu povo nos ajude a encontrá-los e impedi-los.

            Tom balançou a cabeça.

            — E quando ele perguntar como os Marcados conseguiram a bomba?

            — Bem, acho que não precisaremos abordar essa parte — respondeu Dennis.

            Marco cobriu a boca com o pulso e fingiu tossir enquanto murmurava:

            — Mentira!

            — Use a cabeça — disse Jed. — Algumas daquelas pessoas conseguem ler mentes, beleza? No segundo que você pisar lá, elas saberão o que você fez e por que, então se eu fosse você, jogaria limpo.

            Dennis suspirou furioso e recostou-se novamente.

            — Tudo bem.

            Jed pensou alto:

            — E se o pessoal de Jordan foi para o Centro?  — Diana virou-se e o olhou enquanto ele acrescentava: — Quero dizer, e se tivermos que lidar não apenas com o Shawn, mas também com o Jordan? Isso tornaria as coisas, bem… tensas.

            — A cidade está sendo despedaçada enquanto falamos — disse Diana. — E você está preocupado com as coisas tornarem-se tensas?

            Olhando ao redor procurando algum apoio, mas sem encontrar, Jed retrucou como um garoto repreendido:

            — Você entendeu o que quis dizer.

            Era a vez de Marco e Diana serem prensados contra porta enquanto Tom virava rapidamente o SUV em uma curva difícil na Avenida Twenty-third East. Tirando os ataques e os desvios, o resto da viagem seria uma linha reta na direção do norte até que alcançassem Crescent e virassem no Centro 4400.

            — A grande pergunta é — disse Diana, em seu modo de pensar em voz alta sem adereçar-se a ninguém em particular. — o que vamos pedir que Jordan ou Shawn façam com a bomba assim que souberem dela? Nós queremos que ele a destrua?

            Dennis disse:

            — Preferia que não.

            — É — interpôs Marco, sarcasticamente. — Você poderia perder seu emprego se isso acontecesse.

            — Também tem o fato de isso representar uma grande conquista científica — insistiu Dennis. — Achei que você e Diana poderiam apreciar o valor a essa altura. Simplesmente destruí-la seria jogar tudo fora.

            Jed torceu o rosto, em dúvida.

            — Talvez. Mas a última coisa que alguém ia querer é o Jordan colocar as mãos em uma bomba futurística que nem sequer ativa um detector de radiação.

            Marco retrucou:

            — O que o Jordan ia querer com uma bomba? Ele já tem pessoas que podem destruir a cidade com suas habilidades de promicina.

            — Talvez — disse Jed. — Mas sempre é bom ter uma carta na manga. — Ele inclinou-se para frente. — O que acha, Tom? Você conseguiria dormir sabendo que Jordan tem uma bomba nuclear?

            — Não consigo dormir nem agora — respondeu Tom. — Mas não acho que assim seria melhor.

            Diana levantou as mãos.

            — Tudo bem, então. Queremos a ajuda deles para encontrar a bomba, mas não queremos que eles fiquem com ela. Então nós ficamos. Pedimos a eles que nos ajudem e então faremos o resto.

            — Parece um belo plano — disse Dennis. — E o que você acha que eles pedirão em troca? — Diana, Jed e Marco trocaram olhares surpresos. Dennis prosseguiu: — Você acha mesmo que eles vão largar tudo enquanto impedem uma invasão na nova cidade-estado deles só para te ajudarem a encontrar uma bomba?

            Tom respondeu:

            — Poderiam se soubessem que está vindo para cá.

            Dennis considerou com uma leve inclinação de sua cabeça.

            — Talvez sim. Talvez não. — Ele levantou as sobrancelhas. — Você não está me entendendo, Tom. Se eles pedirem alguma coisa em troca por isso, vocês estarão ferrados. Porque eles podem te dar algo, mas você não pode dar nada.

            — Ele tem razão, Tom — disse Diana com sua expressão mais séria. — Acho melhor pararmos e comprar-lhes uma lembrancinha no Starbucks.

            Tom retrucou:

            — Beleza, mas não seja tão “pão-dura” quanto você foi no amigo secreto. Pegue um cartão na Applebee enquanto você estiver lá.

— Certo — concordou Diana com uma gravidade falsa.

            — E uma cesta de frutas — acrescentou Marco. — Todo mundo gosta de uma dessas.

            — Espera aí. Nós vamos dividir a conta? — perguntou Jed. — Porque eu só tenho vinte pratas.

            Franzindo o rosto diante da facilidade com que as agentes da NTAC respondiam aos comentários sarcásticos um do outro, Dennis disse impassível:

            — É por isso que sinto falta de trabalhar com vocês: seu profissionalismo.

            Adentrar uma rua estreita em uma potencial zona urbana de guerra a 145 quilômetros por hora era provavelmente o pior lugar para alguém perder a concentração por pelo menos um segundo, mas, por meio minuto, tudo o que Tom, Diana, Jed e Marco conseguiam fazer era rir.

            — Tudo bem — disse Tom, por fim. — Fechem a matraca. Estamos quase lá. — Ele fez uma curva para a esquerda na Crecent, então diminuiu a velocidade enquanto seguia abaixo a entrada ziguezagueante do Centro. — Sei que não temos nada para oferecer. Acho que temos que esperar que ainda haja boa vontade entre Shawn e eu para que ele possa nos ajudar.

            — E se o que está ruim piorar ainda mais — disse Jed. —, nós oferecemos o Dennis a eles como sacrifício humano.

            — Isso não daria certo — disse Diana. — Um sacrifício humano tem que ser alguém que importe.

            Enquanto eles passavam pela penúltima curva no caminho, Tom viu Dennis através do espelho retrovisor abrir a boca para responder.

            Então o SUV parou subitamente com um barulho ensurdecedor, como se Tom tivesse colidido com uma parede de tijolos dirigindo ao dobro da velocidade atual.

            A próxima coisa que ele viu foi a airbag atingir seu rosto. Depois disso, o mundo todo se tornou vermelho e roxo pelo que pareceu vários segundos.

            Gradualmente, a airbag diminuiu a pressão contra seu rosto e peito, e então se desinflou por sobre o volante. À sua volta, todas as outras airbags do veículo encolheram-se e caíram, libertando seus passageiros atônitos. Tom imaginou se algum deles tinha uma dor de cabeça tão dolorosa como a dele.

            A frente do SUV reduzira-se a algo parecido com uma sanfona, e todas as suas janelas estavam quebradas por causa do impacto.

            — Alguém se machucou? — perguntou Tom. — Tá todo mundo bem?

            — Sim e não — respondeu Diana.

            Ninguém perguntou o que acabara de acontecer. Em um mundo onde telecinese era algo comum na vida diária, a causa de sua calamitosa desaceleração era fácil de adivinhar.

            Em meio à dor palpitante, sincronizada com sua pulsação, em seu crânio, Tom ouviu uma voz desconhecida dentro de sua cabeça: não se mexam.

            Ele olhou para Diana, e então para Marco.

            — Alguém mais ouviu isso?

            — Acho que todos ouvimos — respondeu Marco. Todos os outros no carro acenaram com a cabeça para confirmar.

            Fiquem dentro do veículo, ordenou a voz. E mantenham as mãos à mostra. Vocês estão cercados.

 

Diana pressionou o pacote de gelo contra sua bochecha e tentou não pensar na ferida que provavelmente cobriria seu rosto na manhã seguinte – supondo que ela e o resto da Terra Prometida vivessem por tanto tempo.

            O grupo do SUV estava sentado em um lado da longa mesa na sala de reuniões onde, apenas dois dias antes, eles haviam se encontrado com Jordan e seu círculo mais próximo. Diana estava flanqueada por Tom à sua esquerda e Marco à sua direita; Jed ocupava o assento ao lado de Tom e Dennis estava na ponta oposta, ao lado de Marco.

            Os quatro homens seguravam pacotes de gelo contra partes variadas de suas anatomias. Tom pressionava o dele contra seu nariz, Jed gelava seu pescoço, Marco colocara o dele acima de sua cabeça, e Dennis usara o dele para cobrir os olhos.

            Pela primeira vez desde que o interceptara no centro de crise da NTAC, Diana notou que Dennis era o único diferente do grupo: era o único que não vestia um colete à prova de balas.

            Uma porta abriu-se, e Shawn entrou na sala. Ele parecia exausto. Suas roupas estavam manchadas e amassadas, e suas mãos estavam sujas de sangue seco. Sujeira e suor assentavam seu cabelo, e seus olhos normalmente brilhantes tinham olheiras causadas pelo cansaço. Heather Tobey vinha logo atrás dele e parecia pouca coisa menos exausta que Shawn.

            Caminhando atrás dela estava Jordan Collier. Suas roupas eram uma sombra cinzenta, e seu cabelo estava encoberto de pó esbranquiçado, mas suas mãos e rosto haviam sido lavados o suficiente para exibir um pouco de cor.

            A comitiva que o seguia – Gary, Kyle, Maia e um trio de cujos nomes Diana nunca conseguia lembrar-se – aparentemente tinham estado muito ocupados para se limparem. Todos eles estavam pintados no mesmo tom cinzento da cabeça aos pés, todos cobertos pelo pano da morte forjado no fogo.

            Todos, do primeiro ao último, continuaram de pé ao lado da mesa.

            — Perdoem-nos por não nos sentarmos — disse Jordan. — Estamos um pouco ocupados no momento.

            — Nossa — disse Tom. — Obrigado por arrumar um espacinho pra gente, então.

            Jordan respondeu com um sorriso fino sem emoção.

            — A única razão por não estarem todos mortos agora é porque Gary me garantiu que suas intenções são boas.

            Falando diretamente para Gary, Diana disparou:

            — O que mais você arrancou de nossas cabeças? Precisamos ao menos dizer por que estamos aqui?

            — Tudo o que sei é vocês estavam vindo para nos dar um aviso. Depois que as airbags os atingiram, seus pensamentos ficaram difíceis de serem lidos.

            Marco riu.

            — Provavelmente porque todos estávamos pensando a mesma coisa: ai.

            — Pelo amor de Deus, estamos perdendo tempo — vociferou Dennis. Ele olhou para Tom e Diana. — Digam a eles.

            Kyle apontou para Dennis ameaçadoramente.

            — Se eu fosse você, ficaria de boca fechada até o fim dessa reunião. — Ele fez um gesto para os quatro agentes da NTAC. — Eles têm algum crédito. Você não.

            Jordan levantou uma mão e acenou para Kyle acalmar-se. Enquanto o jovem dava um passo para trás, Jordan disse à equipe da NTAC:

            — Alguém me conte o principal. Rapidamente, por favor.

            Tom inclinou-se para frente a cruzou as mãos sobre a mesa.

            — Três agentes dos Marcados induziram Dennis a ajudá-los a construir um tipo de bomba miniatura de antimatéria indetectável. Em algum momento nas últimas vinte e quatro horas, eles a roubaram e desapareceram. Achamos que eles vão acionar a arma.

            Shawn perguntou:

            — Na Terra Prometida?

            Diana deu de ombros.

            — Não temos certeza. Por isso estamos aqui. Perdemos acesso à maioria das ferramentas que nos ajudar encontrar a bomba. Precisamos da ajuda de vocês para achá-las antes que ela seja acionada.

            Jordan enrugou a testa, preocupado.

            — Vocês descreveram a arma como uma bomba “miniatura”. Qual o tamanho do dano que ela pode causar?

            — Vai vaporizar tudo num raio de 12 quilômetros — respondeu Marco. —, e a onda do choque e efeitos térmicos vão varrer tudo a 30 quilômetros além disso.

            — È bem grande para mim — disse Jed.

            — E a radiação? — perguntou Heather.

            — Essa talvez seja a única parte boa disso tudo — respondeu Marco. — Uma bomba de antimatéria quase não tem conversão de matéria em energia, então não quase não haveria resíduo de radiação.

            Jordan olhou para Gary, que confirmou com um único aceno de cabeça.

            — É tudo verdade — disse o telepata.

            Isso provocou uma pequena risada em Jordan, cujos olhos abriram-se mais enquanto ele balançava a cabeça.

            — Acho que seja verdade o que eles dizem. Não existe situação tão ruim que não possa piorar.

            — O que incomoda — disse Tom. — é que isso não parece o jeito de agir dos Marcados.

            — Como assim? — perguntou Jordan.

            — Eles tendem a pensar maior que isso — respondeu Tom. — Talvez estejam contando com você ocupado lutando contra os militares para vê-los chegando, mas devem saber que não acaba por aí. Quero dizer, mesmo que conseguissem te derrotar, ainda haveria p-positivos pelo mundo todo que continuariam a lutar.

            Assentindo, Jordan disse:

            — Verdade. Mas se cada um de nós tem uma parte a fazer pelo futuro, talvez se livrar de uma pessoa no momento certo é tudo o que eles precisam fazer para ganhar. — Ele suspirou. — Infelizmente, meu pessoal está ocupado demais lidando com essa invasão. Até que eles protejam a cidade, não há nada que possamos fazer para ajudá-los. Sinto muito.

            Enquanto Jordan virava-se para sair, Tom disse ao sobrinho:

            — E você, Shawn? Vai deixar Jordan falar por você? Ele está no comando aqui de novo?

            — Isso é apelação, tio Tommy — respondeu Shawn. — E não. Eu ainda comando o Centro. Mas, neste momento, ele e eu estamos trabalhando juntos para proteger nossa cidade e nosso povo.

            Marco levantou sua mochila abriu o bolso superior.

            — Por favor — implorou o analista. — Tudo o que precisamos é de alguém que nos ajude a estudar as pistas que já encontramos. Não estamos pedindo que lutem a batalha por nós, só pedimos que nos mostrem o próximo passo.

            — Sinto muito — disse Shawn. — Talvez, quando a cidade estiver salva, podemos fazer algo. — Ele começou a tirar as pessoas da sala de conferência. — Se quiserem voltar para NTAC, nós…

            — Nós temos que ajudá-los — disse Maia, parando o grupo que saía e silenciando a sala. Todos olharam para a adolescente, cujo semblante intenso tornava-se mais enervante devido à camada de pó que a cobria. Ela encarou Jordan. — Se não os ajudarmos, o Movimento acaba hoje.

            Os agentes da NTAC e Dennis levantaram-se e juntaram-se na multidão ao redor de Maia.

            Jordan apoiou-se em um joelho em frente a ela e apoiou as mãos em seus ombros.

            — O que você está vendo, Maia? Como o Movimento termina?

            Com palavras frias e graves, ela respondeu:

            — O mundo se torna cinzento e morre.

¹ Um Whac-A-Mole é uma máquina grande, geralmente na altura da cintura, com cinco buracos no topo e uma grande marreta macia. Cada buraco contém uma toupeira de plástico que aparecem aleatoriamente. O objetivo do jogo é acertá-las com a marreta assim que aparecerem.

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comentários
  1. Beatriz Machado disse:

    Muuuuitooo bom esse capítulo. Pela previsão da Maia, a Bomba de antimatéria não afetará somente um raio de 30km, e sim o fim do mundo…

    Estarei aguardando anciosa o próximo cap.

    Obrigada pela tradução

  2. ALEXANDRE disse:

    Agora só falta o tom tomar a promicina. Mas não gosto do Dennis junto deles…

    valeu pela tradução

  3. Aline disse:

    OMG! tensa essa previsão da maia…

    muito bom capitulo!!!

    obrigada e até a proxima.

  4. Roger disse:

    traducao impecavel como sempre…
    mas bem q o denis podia sofrer um “acidente” , rsrsrsrsrs

  5. Drika disse:

    Promicina pro Tom,já!

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