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Olá, galera!

Nesse post vim aqui para falar sobre o meu livro, que será lançado em julho pena Editora Selo Jovem. Na verdade, já falei um pouco dele aqui e aqui. Contrariando o que eu disse no primeiro post, o livro não é de nenhum amigo haha. Na verdade, eu o escrevi com um pseudônimo – A. Wood – porque achei que chamaria mais atenção e se encaixaria melhor com a história, que se passa no Canadá.

Não vou me alongar muito nesse post, então vamos ao que interessa: algumas informações do livro.

Sinopse

“Essas criaturas malditas existem. São tão reais quanto qualquer pessoa. Elas existem, estão entre nós, e eu odeio todas elas. Quero vê-las mortas, torturadas, dizimadas. Estou aqui apenas para isso agora. Aniquilá-las uma por uma.”

Peter Graham é um caçador de vampiros, mas não foi sempre assim.Antes era um rapaz homossexual que enfrentava as dificuldades de uma sociedade dividida entre a aceitação, o respeito e a repugnância à sua condição. Tinha amigos, amores, preocupações e medos como qualquer jovem, mas tudo isso ficou no passado. O novo Peter é frio e destemido a conseguir seu objetivo: aniquilar o maior número de vampiros possível. No entanto, tudo sofre uma reviravolta quando se vê obrigado a realizar uma missão à Família de vampiros que procura há muito tempo: caçar e matar um lobisomem. O que Peter não esperava era se apaixonar por ele e descobrir um segredo antigo que pode ajudá-lo em sua busca…

Essa aqui é a capa dele. Ficou demais, não acham?

graham

Convido todos a conhecerem mais sobre o livro (que sairá no comecinho de julho, mas já está em pré-venda para quem quiser garantir seu exemplar) nos links abaixo.

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Wattpad (para ler os dois primeiros capítulos online)

Compre aqui com FRETE GRÁTIS para TODO o Brasil!

 

Fiquem de olho no blog e não esqueçam de curtir a página no facebook, pois em breve teremos promoções e sorteios muito legais por lá!

 

Até a próxima! 😀

Dica!

Publicado: 11 de janeiro de 2014 em Breno, Contos, Grey Griffins, Séries de TV, The 4400, Traduções

Beleza, galera?

A maioria das pessoas que passam por esse blog estão aqui por causa das traduções de The 4400, mas hoje resolvi fazer esse post para divulgar uma nova história que provavelmente alguns dos visitantes vão gostar!

Quem se interessa por literatura fantásticas/sobrenatural, é uma boa ideia conferir. Que tal darem uma olhada na página do facebook desse livro e curtirem? É só clicar na imagem abaixo. 🙂

 

Post atualizado com o book trailer do livro:

 

 

Graham

vampiro E aí, galera? Aqui estou eu novamente, mas dessa vez não é para falar das minhas histórias nem das minhas traduções, que podem ser encontradas aqui no blog. Estou aqui hoje para ajudar um amigo a promover o livro dele, que está em processo de edição.

Todos sabem que vampiros e lobisomens são um clichê atualmente, mas cá entre nós, praticamente tudo que lemos hoje em dia é um clichê, mas se o autor souber o que fazer com ele, acaba por criar uma grande história que pode agradar a muitas pessoas, não é mesmo? (Pessoalmente, uma história de vampiros que ficou muito boa foi True Blood).

Mas voltando ao meu amigo – que prefere ser chamado no mundo literário por A. Wood. Ele escreveu uma história com vampiros e lobisomens que tem tudo para dar certo. Apesar de o tema ser muito explorado por outros autores, no livro dele é abordado de um modo diferente e muito interessante. Se vocês quiserem conhecer mais sobre isso, acessem e curtam a página dele. Eu recomendo.

 

https://www.facebook.com/pages/Peter-Graham/320746394727974

Avril Lavigne – Alice Underground (clipe oficial)

Publicado: 20 de fevereiro de 2010 em Breno

Hey guys…

Há um tempo atrás postei aqui a mais nova música da Avril Lavigne *–*  (hahaha) e disse que em breve o clipe estaria disponível. Sei que estou meio atrasado, o clipe lançou essa semana, mas só tive tempo de criar esse post hoje. Para quem ainda não viu (e para quem também já viu e quiser ver outra vez), aí vai o clipe, que ficou muito bom, na minha opinião. Afinal, todas as músicas e clipes da Avril são bons, né? Hehe… Comentem aí!

Letra e tradução

 

Tripping out                                                       Estou confusa
Spinning around                                               Estou girando
I’m underground                                              Estou sob o chão
I fell down                                                           Eu caí
Yeah I fell down                                               Sim, eu caí

 I’m freaking out                                              Estou enlouquecendo
Where am I now?                                            Onde estou
?
Upside down                                                     De cabeça para baixo
And I can’t stop it now                       Não consigo evitar isso agora
It can’t stop me now                                      Não dá para me impedir
I’ll get by                                                             Eu vou superar
I’ll survive                                                          Vou sobreviver
When the world’s crashing down         Quando o mundo estiver se destruindo
When I fall and hit the ground      Quando eu cair e atingir o chão
I will turn myself around                             Vou me virar
Don’t you try to stop me                               Não tente me impedir
I won’t cry                                                          Eu não vou chorar

I found myself in Wonderland     Me vejo no País das Maravilhas
Get back on my feet again                   Recupero o equilíbrio novamente
Is this real? Is this pretend?            Isso é verdade? É faz de conta?
I’ll take a stand until the end             Vou tomar um partido até o fim

I’ll get by                                                              Eu vou superar
I’ll survive                                                           Eu vou sobreviver
When the world’s crashing down      Quando o mundo estiver se destruindo
When I fall and hit the ground        Quando eu cair e atingir o chão
I will turn myself around                              Vou me virar
Don’t you try to stop me                                Não tente me impedir
I won’t cry                                                           Eu não vou chorar

Alguns de vocês já devem saber que eu sou muit fã da Avril Lavigne, e essa semana saiu a nova música do quarto CD (que será lançado em breve, provavelmente em junho), Alice Underground. A música será usada no filme “Alice no País das Maravilhas”, que em breve estará nos cinemas. Na minha opinião, a música ficou muito legal, contando a chegada de Alice em Wonderland também sendo usada como metáfora de situações difíceis que passamos de vez em quando. Confira abaixo um vídeo (o clipe oficial também será lançado em breve) e logo depois uma review da música publicada no site About.com, por Bill Lamb. Se vocês gostam (ou não) da Avril ou da música dela, comentem =D

 

 

REVIEW: Avril lavigne – Alice

Após uma breve introdução surreal, “Alice” traz slides martelando ao piano, percussão e voz de Avril Lavigne que expressam a confusão de Alice, abrangidos pelo “buraco do coelho”. Logo, porém, a confusão dá lugar a um instinto de sobrevivência empolgante. O mundo pode ter virado bizarro, mas Avril como Alice insiste, “Eu vou conseguir. Eu vou sobreviver!”

Para alguns pode ser um bocado gritado, mas o produtor Butch Walker sabiamente explorou as arestas do desempenho vocal de Avril Lavigne. Isto dá uma sensação de realidade para a confusão encontrada por Alice, quando ela desembarcou no “País das Maravilhas”. O piano e percussão batendo também pode ser visto como um eco do próprio coração de Alice batendo como ela explora seu novo mundo.

Nas letras, com palavras de “Trippin ‘out”, Avril Lavigne traz Alice diretamente em um contexto contemporâneo. Isso permitirá que os jovens adeptos a ver mais claramente a aplicação metafórica de Alice no País das Maravilhas adaptem-se também às questões contemporâneas e dilemas. “Alice” funciona tanto como uma evocação, emocional e dramática de lutas com tempos de confusão na vida, como definindo o cenário para o filme fazendo ouvintes ansiosos para ver a história que gera esse coração batendo, a declaração de matérias-primas do instinto de sobrevivência.”

“Percy Jackson”

Publicado: 20 de novembro de 2009 em Breno

E aí pessoal, tudo bem?

Hoje estou criando esse post especial, que foge um pouco do tema principal do blog, para falar um pouco sobre um filme que vai ser lançado em fevereiro. O filme de chama “Percy Jackson e os Olimpianos – O Ladrão de Raios” e´é baseado em uma série de livros do autor texano Rick Riordan. Comprei o livro hoje mesmo e ainda não comecei a ler, mas parece que é muito bom.

E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte dele, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolecência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.”

 

Confiram o trailer e não deixem de comentar!

 

Publicado: 5 de outubro de 2009 em Breno

E aí, pessoal

tudo bem?

Tem um tempinho que eu não posto nada, mas não é porque abandonei o blog, não…

É que estou meio sem tempo e também estou me dedicando a um novo projeto e ao finalzinho do terceiro e último livro do Breno.

Bom, é isso. Estou escrevendo esse post rápido porque tenho que sair daqui a pouco, hehe… Mas continuem comentando.

Até mais!

Prólogo “Breno – O anel”

Publicado: 7 de julho de 2009 em Breno

Olá pessoal,

Neste post vou colocar um prólogo do primeiro livro. A príncipio, ele não existia, mas senti a necessidade de criar um antes de começar contar a história. Espero que gostem, não esqueçam de comentar! Até a próxima!

 

“O hospital Maria das Dores, situado na cidade litorânea de São Sebastião, estava calmo naquela noite de outubro de 1992. Era o dia das bruxas e no Brasil essa data não é muito lembrada, exceto por alguns góticos e pessoas que gostam de culturas de outros países.

            Os médicos tinham poucos pacientes para atender, nenhum caso grave chegara naquela noite fria, e a maioria deles estava tomando café na cozinha do hospital. A recepcionista de 20 anos, Juliana, estava sentada atrás do balcão lendo um livro de capa colorida, cujo título se lia “Qual o segredo para conseguir o melhor namorado?”. A mulher estava tão concentrada na leitura que até levou um susto quando um homem entrou abruptamente pela porta de emergência, trazendo sua mulher nervosa e assustada no colo.

            ― Alguém ajude! ― gritou ele, e Juliana pousou o livro na mesa.

            ― O que acontece? ― perguntou ela.

            ― Minha mulher está grávida, não vê? ― respondeu o homem, igualmente nervoso. ― Chame um médico, rápido!

            Juliana pegou o telefone e, com poucas palavras, chamou o doutor Rubens, que estava de plantão naquela noite de outubro. Rapidamente uma enfermeira chegou trazendo uma cadeira de rodas e pediu que o homem colocasse a esposa grávida nela. Ele o fez e a enfermeira disse:

            ― Vou levá-la até a sala do dr. Rubens para examiná-la melhor. Respire fundo, vamos lá… ― e fez uma simulação de como a grávida devia respirar.

            O parto transcorreu normalmente, com o pai emocionado e a mãe gritando e chorando de dor e de alegria ao mesmo tempo. Quando segurou o bebê no colo pela primeira vez, chorou ainda mais, entre sorrisos com seu marido.

            ― É um belo menino ― disse o dr. Rubens. ― Qual será o nome dele?

            ― Breno ― responderam os pais, ao mesmo tempo.

            Nesse mesmo momento, longe dali, um outro ser também nascia e a história do mundo começou a mudar desde então.

 

***

 

           

            O recém-nascido dormia entre outros bebês no berçário, envolto num manto azul e exibia uma expressão de prazer. Que sono gostoso, pensou o pai dele, que o observava através de um vidro. O homem mal conseguia conter a alegria. Aquele bebê era seu filho, isso era uma alegria indescritível.

            Ele ficou ali durante horas e horas e depois foi até o quarto onde sua esposa descansava para tirar um cochilo, e não viu uma figura vestida com um sobretudo negro e um chapéu da mesma cor entrar no corredor pelo lado oposto. Parecia-se com um personagem daqueles filmes de detetives, exceto seus olhos, que se você observasse bem, podia ver que eram vermelhos.

            A figura parou no mesmo local em que o pai da criança estivera há poucos segundos e também observou o bebê além do vidro. Viu seu próprio reflexo na superfície do material e sorriu, revelando dentes brancos e afiados. Levantou a mão direita e pousou sobre o vidro, a manga do sobretudo deslizando pelo seu braço e deixando à mostra não uma mão, mas uma terrível e assustadora garra vermelha terminada em dedos com grossas unhas pontiagudas. A criatura olhou em volta e não viu mais ninguém no corredor, então sorriu novamente, dessa vez fazendo um pequeno barulho semelhante a um grunhido. Era esse o momento.”

“A Réplica” – Trecho inédito

Publicado: 1 de julho de 2009 em Breno

Cemitério

Olá, pessoal, tudo bem?

Aqui estou eu novamente para postar mais um trecho do meu livro, só que desta vez será um inédito de “A Réplica”. Nesta parte, Breno e Jorge (um cientista, não posso entrar em muitos detalhes para não estragar algumas surpresas) entram em um cemitério perto da casa do garoto, que sente que tem algo ali dentro de muita importância, mas não sabe o que é…

Espero que gostem, e não esqueçam de deixar suas opiniões, dicas, sugestoões, etc…

 

“Breno olhou para o lado e viu o rosto de Jorge sorrindo. Então, deu um passo para frente e pisou no cemitério pela primeira vez desde o enterro de João. O velho entrou logo atrás do garoto, fechou o portão atrás de si e disse:

                  ― Vamos.

                  Breno reparou que o cemitério ficava cada mais feio e assustador á medida em que andava, aprofundando-se nele. As árvores eram altas e seus galhos quase totalmente desprovidos de folhas se entrelaçavam no alto, provocando sombras bruxuleantes no chão do local escuro, mesmo á luz do dia. As lápides estavam cobertas por raízes de árvores que cresciam saindo do chão de terra e de uma grama feia, sem cor e malcuidada, envolvendo-as como se as abraçasse e tampando os nomes das pessoas enterradas ali.

                  ― Este cemitério é grande ― disse Jorge, observando o cenário. ― Como vamos encontrar o que você quer?

                  ― Agora que estou aqui dentro não sinto nada ― disse Breno, olhando ao redor.

                  ― Mas pense no que poderia ser ― aconselhou Jorge. ― Vasculhe sua mente.

                  ― Um túmulo, talvez ― respondeu Breno, tentando sorrir para aliviar um pouco o clima sombrio, mas não conseguiu.

                  ― Então vamos procurar ― disse Jorge.

                  ― Acho melhor nos separarmos ― falou Breno.

                  ― Mas por quê? ― indagou Jorge. ― Se eu encontrar o túmulo certo, não saberei se é ele, pois é você quem está procurando e quem tem o pressentimento.

                  ― É, tem razão ― concordou Breno. ― Então vamos juntos.

                  Os dois se aprofundaram mais no cemitério escuro e, enquanto andava, Breno sentiu um arrepio na nuca e um vento gelado tocar em sua pele. Apesar de estar calor lá fora, ali dentro o clima esfriara bastante, beirando uma temperatura de dia de inverno. Olhou para Jorge, mas o cientista examinava atentamente cada canto do cemitério.

                  Depois de mais algum tempo andando sem rumo, Breno percebeu que o barulho dos carros e das pessoas do lado de fora não podia mais ser ouvido e um silêncio medonho, quebrado apenas por suas respirações e seus passos amassando ainda mais a terra e a grama velha, dominava tudo.

                  ― Vamos ler os nomes das lápides ― disse ele á Jorge, que logo se ajoelhou e começou a ler os nomes que estavam escritos em algumas lápides. Breno fez o mesmo.

                  ― Maria Ferreira, Julia da Silva Carvalho… alguns desses nomes te interessam?

                  ― Não, não me dizem nada ― respondeu Breno, olhando para outra lápide.

                  Um grito veio de trás no garoto no mesmo instante e, quando ele se virou, também não conseguiu conter o grito. Dois pares de mãos femininas e assustadoras; poderes, cinzentas, em decomposição, saíam de baixo da terra e se agarravam aos pés de Jorge, puxando-o para baixo, como se o usassem como apoio para saírem do chão. Elas pertenciam aos corpos dos nomes que o cientista acabara de ler!”

“Breno – O Legado”

Publicado: 2 de abril de 2009 em Breno

f_amazonasFinalmente estou na reta final em “Breno – O Legado”, o último livro da trilogia. Para mim, está sendo ótimo trabalhar nesse livro, pois, comparando com os outros dois primeiros, percebo como amadureci meu modo de escrever aos poucos, e vejo que a cada página pareço estar mais experiente. Não estou dizendo isso para me gabar, e sim porque é isso o que sinto…

Os capítulos finais e o epílogo já estão planejados e com várias anotações num caderno. Eu não escrevo o tempo todo, somente quando a inspiração mostra as caras, e é aí que a minha imaginação flui, criando a história toda do livro; por isso ainda posso demorar mais algum tempo para finalizar “O Legado”, mas garanto que esses dois anos e meio valeram muito a pena e confesso que sinto um pouco de tristeza à medida que me aproximo do fim…Com certeza vou sentir falta das personagens, algumas mais que outras…

Por enquanto não posso dizer muita coisa com relação à história… Só vou dizer que a foto acima da floresta Amazônica não foi posta aí por acaso….